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Política

Gervásio critica salário mínimo de Bolsonaro: “mais um duro golpe no trabalhador”

Pela primeira vez em 15 anos, salário mínimo não terá aumento acima da inflação

O vice-líder da aposição na Câmara, Gervásio Maia (PSB-PB), criticou, durante discurso na Câmara Federal, o anúncio do reajuste do salário mínimo do Governo Federal, que pela primeira em 15 anos não traz aumento acima da inflação para os trabalhadores brasileiros.

“Bolsonaro dá mais um duro golpe no trabalhador brasileiro. Pela primeira, vez depois de 15 anos, o salário mínimo não terá aumento real. O projeto de Orçamento prevê, para o ano que vem, o salário mínimo apenas com reposição da inflação. A valorização do salário mínimo é fundamental para reduzir desigualdades. Enquanto Bolsonaro planeja perdoar dívida bilionária do agronegócio, anuncia esse presente de grego para o trabalhador brasileiro”, afirmou.

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Entenda

O governo do presidente Jair Bolsonaro propôs nesta segunda-feira (15) que o salário mínimo seja corrigido apenas pela inflação em 2020. Na prática, a medida, que depende de aval do Congresso, encerra a política que permitia ganhos reais aos trabalhadores, implementada nas gestões do PT e em vigor até este ano.

A proposta que traça as diretrizes para o Orçamento do ano que vem, enviada nesta segunda ao Legislativo, prevê que o piso de salários no Brasil será de R$ 1.040 a partir de janeiro de 2020, o que representa uma correção de 4,2% referente à estimativa para a variação da inflação. Hoje, o valor está em R$ 998.​ Ou seja, o aumento será exatamente corresponde ao acréscimo inflacionário.

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