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Política

Presidente do PSOL diz que Julian e Cabo Gilberto fazem “malabares” para defender Bolsonaro

O presidente do PSOL na Paraíba Tárcio Teixeira usou as redes sociais, neste final de semana, para repudiar os comentários discriminatórios do presidente Jair Bolsonaro. No Twitter, neste domingo (21), ele afirmou que os deputados federal Julian Lemos (PSL) e estadual Cabo Gilberto (PSL) estariam fazendo “malabares” para defender o preconceito do presidente da República.

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Tárcio também lançou uma nota repudiando a atitude de Bolsonaro. “Não posso, não podemos, permitir que 9 estados do Brasil sejam tratados com desprezo, muito menos por um Presidente da República. Quando Bolsonaro diz que “desses grupos de governadores da Paraíba, o pior é o do Maranhão” ele não faz uma avaliação política de governo A ou B, ele usa uma homogeneidade preconceituosa para tratar nós nordestinos de Paraíba, da mesma forma como fez o jogador Edmundo ao criticar árbitro de futebol, quando na época foi duramente criticado”, afirmou.

Leia na íntegra

Nasci no sertão do Ceará, cresci em Pernambuco, casei com uma baiana e escolhi ser Paraibano. Tenho o sangue nordestino em minhas veias, sou Paraíba com orgulho e com amor.

Não posso, não podemos, permitir que 9 estados do Brasil sejam tratados com desprezo, muito menos por um Presidente da República. Quando Bolsonaro diz que “desses grupos de governadores da Paraíba, o pior é o do Maranhão” ele não faz uma avaliação política de governo A ou B, ele usa uma homogeneidade preconceituosa para tratar nós nordestinos de Paraíba, da mesma forma como fez o jogador Edmundo ao criticar árbitro de futebol, quando na época foi duramente criticado.

Bolsonaro foi eleito com uma tarefa que já sabíamos ser superior as suas capacidades intelectuais e políticas, mas ganhou as eleições e é presidente do Brasil (eu gostando ou não), não apenas do Rio de Janeiro ou Brasília.

A postura de Bolsonaro deve ser repudiada, ele deve desculpas ao povo do Nordeste, no mínimo desculpas. A Câmara dos Deputados e o Senado tem obrigação de se manifestar sobre o caso, afinal de contas estamos falando de um caso de xenofobia praticado por um presidente da República.

Para completar ele ainda diz que “não deve mandar nada para ele não”, ao tratar de recursos públicos. Os recursos enviados para um estado não é para governador A ou B, mas para parte do povo brasileiro.

Também nesta semana o presidente abre a boca para dizer que “falar que se passa fome no Brasil é uma grande mentira”. Pois é Bolsonaro, mais de 15 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza e a maior parte desse povo fica no Norte e no Nordeste brasileiro. Negar a fome não é desconhecimento dos dados, mas uma postura de não reconhecimento de parcelar gigantesca do povo do nosso gigante Brasil.

Amo meu/nosso Brasil, amo meu/nosso Nordeste, amo minha/nossa Paraíba. Jamais podemos calar diante da fome e do desprezo!

Tárcio Teixeira
Presidente PSOL/PB
Primavera Socialista

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Redação Paraíba Já

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