CRM-PB vai investigar equipe médica que negou atendimento à criança que faleceu, em JP

O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) vai abrir uma sindicância para investigar a ética da equipe médica que negou atendimento a uma criança, que morreu em seguida, supostamente em decorrência da negligência de um hospital privado de João Pessoa. O caso aconteceu no último sábado (25) e repercutiu nas redes sociais.

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“Em todos os casos, há um período de análise de tudo que for apurado e, em seguida, se forem constatados indícios de infração ética médica, é instaurado um processo ético-disciplinar contra os profissionais envolvidos. Todo o trabalho é bastante cauteloso e segue os trâmites do Código de Processo Ético-Profissional”, disse o CRM.

Além disso, a entidade explicou como funciona o processo: as sindicâncias dos conselhos de medicina são realizadas após a denúncia formal na entidade, seja através de familiares, da Comissão de Ética Médica do hospital ou do diretor clínico, assim como, quando se faz necessário, de delegados de polícia, juízes ou promotores. Os conselhos podem abrir sindicância ex-officio, por iniciativa própria, a partir de informes veiculados nos meios de comunicação.

Por fim, o CRM-PB se solidarizou com a família da pequena Alice, e “reafirma o seu compromisso com a sociedade e com a boa prática médica”.

Em contato com a reportagem do Paraíba Já, o Hospital João Paulo II informou que uma nota oficial será emitida em breve, ainda nesta segunda-feira (27), e não prestou mais esclarecimentos.

Confira nota

O CRM-PB, através de sua Corregedoria, informa que abrirá sindicância para apurar infração ética da equipe médica envolvida no caso da menor Alice, conforme informações compartilhadas nas redes sociais. As sindicâncias dos conselhos de medicina são realizadas após a denúncia formal na entidade, seja através de familiares, da Comissão de Ética Médica do hospital ou do diretor clínico, assim como, quando se faz necessário, de delegados de polícia, juízes ou promotores. Os conselhos podem abrir sindicância ex-officio, por iniciativa própria, a partir de informes veiculados nos meios de comunicação.

Em todos os casos, há um período de análise de tudo que for apurado e, em seguida, se forem constatados indícios de infração ética médica, é instaurado um processo ético-disciplinar contra os profissionais envolvidos. Todo o trabalho é bastante cauteloso e segue os trâmites do Código de Processo Ético-Profissional.

O CRM-PB lamenta e se solidariza com a família da menor Alice, que faleceu na última sexta-feira (24), conforme informações compartilhadas nas redes sociais, e reafirma o seu compromisso com a sociedade e com a boa prática médica.

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