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sábado, 24 outubro 2020
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João Azevêdo autoriza promoção de mais de 200 policiais militares na PB

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O governador João Azevêdo autorizou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, a promover mais 203 policiais militares, desta vez para a graduação de cabos. A lista com o nome dos promovidos foi divulgada no Boletim Geral da Corporação, na noite dessa sexta-feira (23). A ascensão profissional acontece depois dos policiais terem concluído o Curso de Habilitação de Cabos (CHC) com cerca de 122 horas-aulas, e cumprirem o tempo de serviço exigido.

O comandante-geral da PM, coronel Euller, ressaltou que, apesar do momento ser de dificuldade, a promoção vem para reconhecer o trabalho desempenhado e valorizar o efetivo da corporação que tem comportamento disciplinar adequado. “Esse é um momento de renovação de responsabilidades para mais de 200 homens e mulheres que são verdadeiros pacificadores sociais na Paraíba. Agradecemos ao governador João Azevêdo a sensibilidade e confiança pela autorização da promoção, e destacamos que isso traz motivação e novos desafios para os recém-promovidos, durante a prestação de um serviço público cada vez melhor”, destacou o comandante.

Os policiais promovidos são de vários batalhões do Estado, que passam a graduação de cabos. Com os números desta sexta-feira, sobem para 1.921 as promoções desde 2019, entre oficiais e praças.

Dnit-PB realiza serviços neste final de semana na BR-230, em João Pessoa

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) realiza, neste sábado (24) e domingo (25), a execução de serviços de fresagem e recomposição do revestimento asfáltico na altura do km 28 da rodovia BR-230, nas proximidades do Viaduto Governador Ivan Bichara, em Oitizeiro, João Pessoa.

De acordo com o órgão, os condutores devem estar atentos para a utilização de rotas alternativas, uma vez que será necessária a interrupção parcial do tráfego durante a intervenção, que tem previsão de inicio na tarde do sábado (24) e finalização no domingo (25).

Os serviços serão executados na pista sentido João Pessoa – Bayeux.

Covid-19: vacinação obrigatória será analisada pelo plenário do STF

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski decidiu, nesta sexta-feira (23), que vai levar diretamente ao plenário três ações que discutem a realização compulsória de vacinação e outras medidas profiláticas no combate à pandemia de Covid-19.

O ministro aplicou o chamado rito abreviado, que permite o exame do caso diretamente pelo colegiado da Corte. Com isso, ele abriu mão de emitir uma decisão individual a respeito do tema.

Lewandowski afirmou que o debate em plenário é necessário diante da “importância da matéria e [da] emergência de saúde pública decorrente do surto do coronavírus”.

O relator pediu informações à Presidência da República, à Advocacia-Geral da União e à Procuradoria-Geral da República. O julgamento não tem data ainda para ocorrer – a marcação deve ser feita após as manifestações requeridas pelo ministro.

As ações no STF

O STF reúne atualmente quatro ações que tratam do tema. Em uma delas, o PDT busca garantir que a determinação de vacinação obrigatória e de outras medidas relacionadas fique a cargo de estados e municípios.

O partido ressalta que essa atribuição deve ser reconhecida a governadores e prefeitos, desde que as medidas sejam amparadas em evidências científicas e acarretem maior proteção.

A ação do PDT foi motivada pela declaração do presidente Jair Bolsonaro afirmando que o Ministério da Saúde não vai obrigar a população a tomar uma possível vacina contra a Covid-19. Na quarta, Bolsonaro publicou que o Brasil não compraria “a vacina da China”, provocando um recuo do ministério – que já havia se reunido com governadores para tratar da questão.

Segundo o PDT, uma eventual omissão do governo federal não deve servir de obstáculo à adoção, pelos entes menores [estados e municípios], de medidas que sirvam à concretização dos direitos fundamentais, como, na hipótese dos autos, a saúde pública”.

“Omitindo-se a União em seu dever constitucional de proteção e prevenção pela imunização em massa, não pode ser vedado aos estados a empreitada em sentido oposto, isto é, da maior proteção, desde que amparado em evidências científicas seguras”, afirma a ação.

A Rede Sustentabilidade questionou no STF, em outra ação, a conduta de Jair Bolsonaro ao desautorizar o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e suspender a compra do produto desenvolvido pelo laboratório chinês Sinovac com o Instituto Butantan, de São Paulo.

Segundo o partido, ao vetar a compra da vacina, Bolsonaro “pretende privar a população brasileira de uma possibilidade de prevenção da Covid-19 por puro preconceito ideológico ou, até pior, por motivações estritamente políticas”.

Na terça-feira (20), o ministro Eduardo Pazuello tinha anunciado a compra de 46 milhões de doses da Coronavac – uma medida elogiada pelos governadores.

Em outra ação, partidos de oposição (PSOL, Cidadania, PT, PSB e PCdoB) pedem que o Supremo mande o Executivo apresentar em até 30 dias quais os planos e o programa do governo relativos à vacina e medicamentos contra a Covid-19, além de ações previstas de pesquisa, tratativas, protocolos de intenção ou de entendimentos.

A oposição requer ainda que o governo seja proibido de tomar atos que dificultem medidas de pesquisa ou protocolos de intenção.

Mas, na quarta-feira, em uma rede social, o presidente afirmou: “A vacina chinesa de João Doria, qualquer vacina antes de ser disponibilizada à população, deve ser comprovada cientificamente pelo Ministério da Saúde e certificada pela Anvisa. O povo brasileiro não será cobaia de ninguém. Minha decisão é a de não adquirir a referida vacina”.

Em seguida, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, explicou que o ministério tem uma intenção e não quer comprar a vacina da China. “Não há intenção de compra de vacinas chinesas”, afirmou.

O PTB foi ao STF contra a obrigatoriedade de vacinação contra o coronavírus. O partido requer que os ministros da Corte suspendam um trecho de uma lei aprovada no começo deste ano, que dá poder a autoridades públicas de determinar a vacinação compulsória da população.

Aliado de Bolsonaro, o PTB diz que a possibilidade de vacinação compulsória fere direitos previstos na Constituição – entre eles, a liberdade individual e a saúde da coletividade.

Essa última ação, do PTB, não foi incluída por Lewandowski no despacho que levou o tema ao plenário do STF. Isso não impede que, até o dia do julgamento, o processo seja incluído também na pauta.

Do G1.

Justiça indefere candidatura de postulante a vice-prefeita de CG

A candidata a vice-prefeita de Campina Grande, Annelise Meneguesso (PSL), teve o requerimento de candidatura indeferido pela Justiça Eleitoral da Paraíba. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (23). Ainda cabe recurso.

Em nota, a coligação do candidato a prefeito Artur Bolinha (PSL), da chapa de Annelise, informou que vai recorrer da decisão. “Iremos recorrer, acreditando na Justiça e confiando que em sede de recurso, conseguiremos o deferimento do registro”, diz a nota.

De acordo com o texto da decisão, o registro de candidatura foi indeferido porque Annelise possui “contrato com o município de Campina Grande, na qualidade de médica, sendo que não teria se afastado da função pública dentro do prazo exigido pela lei eleitoral”.

Conforme o processo, Anelisse apresentou defesa, alegando “que atua como suplente do órgão representativo de classe (CRM) e, por se tratar de entidade privada, não se enquadra em nenhuma das hipóteses de desincompatibilização previsto na lei 64/90, e que se afastou de fato e de direito da atividade exercida como médica junto ao município, ressaltando que as vezes que esteve no seu local de trabalho, o fez como professora preceptora do curso de medicina de instituição privada”.

Do G1/PB.

Anvisa libera importação de 6 milhões de doses da CoronaVac

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou nesta sexta-feira (23) a importação de 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina chinesa que deverá ser produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo.

A decisão não trata do pedido feito pelo governo paulista para que também seja permitida a importação dos insumos necessários para a produção de outras 40 milhões de doses no Brasil.

A vacina está atualmente na terceira fase de testes. A Sinovac, farmacêutica chinesa responsável pelo imunizante, ainda não obteve o registro para aplicação do imunizante.

Até momento, apenas dados parciais referentes à segurança da vacina foram apresentados pelo governo de São Paulo, mas eles não foram enviados ao órgão ou publicados em revistas científicas.

A Coronavac é alvo de disputa política: na terça-feira, o Ministro da Saúde anunciou a negociação para adquirir as 46 milhões de doses. Contrariado, o presidente Jair Bolsonaro mandou cancelar a compra; ministério afirmou que “não há intenção de compra” e substituiu comunicado no site.

46 milhões de doses previstas

No total, o governo paulista fechou contrato com a chinesa Sinovac para a aquisição das 46 milhões de doses da CoronaVac. Essas primeiras 6 milhões virão prontas da China e as outras 40 milhões serão envasadas e rotuladas no Instituto Butantan a partir de material que será importado.

Mais cedo, também nesta sexta-feira, o diretor do Butantan, Dimas Covas, disse que o cronograma estipulado pelo governo de São Paulo está mantido, independentemente do que as autoridades paulistas apontam como um atraso da Anvisa na liberação da importação de matéria-prima da China.

No mesmo dia, a agência negou o entrave e liberou a compra das doses, mas a questão da importação da matéria-prima ainda não foi esclarecida.

“No momento o que nos importa é a matéria-prima, exatamente porque a fábrica, nossa linha de produção, está nesse momento parada aguardando a chegada dessa matéria-prima”, disse Dimas Covas, em entrevista ao Jornal Nacional na quinta-feira (23).

Do G1.

Justiça determina à Prefeitura de CG nomeação de aprovados em concurso

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A Juíza da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande, Ana Carmem Pereira Jordão Vieira, deferiu tutela provisória de urgência em Ação Civil Pública cominatória de Obrigação de Fazer proposta pela Defensoria Pública do Estado da Paraíba (DPE-PB) e determinou à Prefeitura Municipal de Campina Grande (PMCG) a demissão de todos os servidores municipais contratados que ocupam cargos para os quais hajam pessoas aprovadas no concurso realizado em 2014.

Assim, a edilidade deverá nomear e empossar todos os candidatos classificados no referido concurso, que estão no quadro de espera, em vagas existentes nos cargos de professores de Educação Básica 2, os professores de Educação Infantil 2 e Supervisão Escolar, em número não superior a 61 (Professor Fundamental I), 89 (Educação Infantil) e 22 (Supervisão Escolar), somando 172, em conformidade com a homologação do certame.

Atitude ilegal

O defensor público subscritor da Ação, José Alípio Bezerra de Melo – que hoje exerce a função de corregedor-geral da DPE, fundamentou o pedido no fato de a PMCG ter aberto, em setembro de 2014, concurso público para provimento de 249 cargos de nível médio/técnico, fundamental e superior nas mais diversas áreas e, no ano seguinte, após homologação do mesmo, ter contratado aproximadamente mil prestadores de serviços para as mesmas funções ofertadas pelo certame.

Em sua decisão, a magistrada reconheceu a atitude ilegal por parte da edilidade, bem como o comprometimento do direito dos que foram aprovados no concurso, no momento que manteve em seu quadro, funcionários com contração precária em que não se observa a temporariedade e excepcionalidade das contratações nos termos constitucionais, visto que efetivadas através de renovações sucessivas que veem perdurando no tempo, sendo tais contratações para exercício em funções análogas a das vagas disponibilizadas em concurso público.

Preterição arbitrária

“Não é crível que o ente público se utilize de servidores temporários para atender demanda de caráter permanente. É caso de preterição arbitrária e injustificável da Administração Municipal de Campina Grande, entendendo não ser justificável que a Administração Pública mobilize a máquina pública para a realização de um concurso – notadamente muito oneroso para os cofres públicos – e simplesmente ignore seu resultado, valendo-se de contratações de professores a título precário”, advertiu a juíza Ana Carmem Pereira Jordão Vieira.

Anísio Maia assina Carta Compromisso com a Reforma Urbana de João Pessoa

O candidato a prefeito pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Anísio Maia, pela ‘Coligação Unidos por João Pessoa’, se reuniu, no final da tarde desta sexta-feira (23), com lideranças ligadas à moradia e reforma urbana por meio do Fórum Estadual de Reforma Urbana (Refurb). Na ocasião, Anísio Maia assinou a Carta de Compromisso com o Fórum de Reforma Urbana. O documento reúne reivindicações de políticas públicas que garantam intervenções no aspecto urbano, moradia e inclusão social.

Após assinar a carta compromisso, Anísio Maia explicou que já conhecia algumas das propostas, dada a importância das entidades que defendem a luta por moradia e reforma do espaço urbano. “Algumas dessas propostas serão incluídas imediatamente no nosso Plano de Governo porque nós do PT temos muito experiência com a área da habitação. Inclusive, no nosso governo todos os movimentos populares serão ouvidos na elaboração de políticas públicas”, frisou.

Um dos representantes do Fórum Estadual de Reforma Urbana (Refurb), Roberto Guilherme, considerou como preocupante o esvaziamento do Programa Minha Casa, Minha Vida e da falta de uma política que garanta acesso das famílias mais carentes e do trabalhador às linhas de financiamento de moradia. “O programa que o governo disponibilizou não é acessível para a população de baixa renda. É preciso criar mecanismos reais de políticas para famílias de baixa renda”, disse.

Total de pessoas que não adotaram medidas de isolamento cresce 68% na PB, em setembro

O número de pessoas que não adotaram nenhuma medida de isolamento social em setembro, na Paraíba, cresceu 68,9% frente a agosto e chegou a 174 mil. No mês anterior, esse total havia sido de 103 mil habitantes, segundo dados da PNAD COVID19, estatística experimental divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (23).

Apesar do crescimento em comparação a agosto, quando registrou 2,6%, a proporção de pessoas que não fizeram nenhuma restrição em setembro (4,3%) ainda é percentualmente pequena em relação à população do estado. Esse comportamento, conforme o levantamento, foi mais comum entre as pessoas que têm rendimento domiciliar per capita de dois a menos de quatro salários-mínimos (5,9%) e de meio a menos de um salário-mínimo (4,7%).

Também foi constatado aumento na quantidade daqueles que reduziram contato, mas continuaram saindo de casa ou recebendo visitas, que passou de 1,1 milhão, em agosto, para 1,2 milhão, em setembro, indicando alta de 6%. No total de habitantes paraibanos, a proporção dessas pessoas passou de 29,8% para 31,6%. Esse posicionamento em relação às medidas de isolamento foi mais comum entre aqueles que têm rendimento de quatro ou mais salários-mínimos (48,3%) e de um a menos de dois salários (38,6%).

O número de pessoas que ficaram em casa e só saíram por necessidade básica, por sua vez, permaneceu estável, cerca de 1,8 milhão, o que corresponde ao percentual de 46,6%. Essa postura foi observada com mais frequência entre aqueles que têm rendimento domiciliar per capita de menos de meio salário-mínimo (49,9%) e de meio a menos de um salário (48%).

Por outro lado, a quantidade de habitantes que ficaram rigorosamente isolados seguiu em queda, passando de 887 mil, em agosto, para 680 mil, em setembro. Proporcionalmente, no total da população, o percentual caiu de 22,1% para 16,9%, de um mês para o outro. A PNAD COVID19 indica que esse tipo de medida foi mais comum entre pessoas com rendimento domiciliar per capita de menos de meio salário-mínimo (20,4%) e de dois a menos de quatro salários (18,3%).

Paraíba testou 10,3% da população para Covid-19, até setembro

Cerca de 10,3% da população paraibana havia feito algum teste para diagnóstico de Covid-19 até o mês de setembro, de acordo com a PNAD-COVID19, divulgada nesta sexta-feira (23). O percentual foi o 4º maior do Nordeste, abaixo dos registrados no Piauí (17%), em Sergipe (12%) e no Rio Grande do Norte (10,7%). A média nacional foi de 10,4%.

O número de pessoas que fizeram algum teste no estado passou de 367 mil, em agosto, para 415 mil, em setembro. Destas, 57,8% eram mulheres e 42,2% eram homens. Além disso, cerca de 15% eram da faixa etária de 60 anos ou mais de idade e 85% tinham de 0 a 59 anos. A maioria (62,6%) era preta ou parda, enquanto 37,2% eram brancas. 

Dos testes realizados, cerca de 72 mil foram do tipo SWAB, em que o material é coletado com cotonete na boca ou nariz; 226 mil ocorreram por meio do teste rápido, com coleta de sangue por um furo no dedo; e 148 mil por meio do exame com sangue retirado na veia do braço.

Já em relação à apresentação de sintomas de síndromes gripais, o levantamento indica que cerca de 5,3% da população do estado esteve nessa condição, em setembro. São considerados pela PNAD COVID19: febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar, dor de cabeça, dor no peito, náusea, nariz entupido ou escorrendo, fadiga, dor nos olhos, perda de cheiro ou de sabor, e dor muscular.

Frente à proporção de 14,2%, registrada em maio, que apontava para 572 mil pessoas com algum desses sintomas, o indicador tem registrado queda. Em setembro, o total paraibano chegou a 214 mil pessoas.

Reduções significativas também têm sido verificadas no percentual de pessoas que apresentaram sintomas conjugados, que em maio havia sido de 2,1%, atingiu 0,7% em agosto e chegou a 0,4% em maio. Esse indicador é formado por aqueles que apresentaram um dos três conjuntos de sintomas: perda de cheiro ou de sabor; tosse, febre e dificuldade para respirar; ou tosse, febre e dor no peito. O número de pessoas que se encaixam nesse grupo foi de 18 mil.

Entre aqueles que tiveram algum dos 12 sintomas de síndromes gripais investigados, 22,9% foram a estabelecimento de saúde. Já no grupo dos que apresentaram sintomas conjugados, a ida a estabelecimento de saúde ocorreu em 73% dos casos, com alta diante do índice constatado em agosto (46,5%).

Mutirão para emissão de documentos na Paraíba é prorrogado

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As atividades do Programa Cidadão no Espaço Cultural, em João Pessoa, com a emissão gratuita de documentos para a população em situação de vulnerabilidade social, foram prorrogadas por tempo indeterminado. Os serviços do mutirão de atendimentos seriam encerrados no dia 5 de novembro, mas foram mais uma vez prorrogados, a fim de garantir que todas as pessoas necessitadas tenham acesso à documentação básica.

Após seis meses de suspensão das atividades, devido à pandemia do coronavírus, o Programa Cidadão, executado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano, retomou os serviços no dia 21 de setembro com um mutirão de atendimentos no Espaço Cultural, como também por meio das ações itinerantes nos municípios paraibanos.

Em um mês de mutirão, em João Pessoa, foram registrados 15.724 atendimentos, com emissões de 4.369 carteiras de Identidade (RG), 1.094 CPFs e 844 carteiras de trabalho digital (CTPS), além do documento de antecedente criminal. Nas ações itinerantes, foram atendidas 31.996 pessoas em 32 municípios de várias regiões da Paraíba.

O secretário do Desenvolvimento Humano, Tibério Limeira, ressaltou ser uma medida importante a prorrogação dos serviços do Programa Cidadão. “Observando o resultado de um mês de atuação do Programa, vimos que a demanda continua muito alta, então decidimos prorrogar por tempo indeterminado para garantir que as pessoas exerçam seu direito e façam valer esse acesso à documentação básica. É uma medida acolhedora, de um governo que se preocupa em prestar um bom serviço à população”, explicou.

O gerente do Programa Cidadão, Roberto Leite, comentou que, fazendo uma prestação de contas dos atendimentos, observou o quanto foi fundamental essa prorrogação. “Acompanho de perto os atendimentos, não só aqui na capital como também as ações itinerantes, e sinto a felicidade das pessoas quando a caravana chega nos interiores. Essa é uma decisão que trouxe mais garantia e tranquilidade para aqueles que precisam dos documentos”.

O calendário das ações itinerantes segue de 26 a 31 deste mês nos municípios de Queimadas, Mogeiro, Alagoinha, Cuitegi e Itapororoca. O atendimento em João Pessoa, continua sendo de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h.

Paraíba ultrapassa os 130 mil casos confirmados da Covid-19, diz SES

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A Paraíba ultrapassou a marca do 130 mil casos confirmados de coronavírus. O estado chegou a um total 130.225 pessoas que contraíram a doença, de acordo com informações do boletim divulgado nesta sexta-feira, pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Hoje, mais 494 casos de coronavírus foram confirmados e nove óbitos forma registrados desde a última atualização, seis deles ocorridos nas últimas 24 horas.

Casos confirmados

Os casos confirmados estão distribuídos por todos os 223 municípios paraibanos. A diferença de casos de ontem para hoje é de 494, nos quais 10 municípios concentram 302 casos, o que representa 61,13% dos casos em toda a Paraíba. São eles:

João Pessoa, com 127 novos casos, totalizando 31.953; Cajazeiras, com 36 novos casos, totalizando 2.555; Guarabira, com 36 novos casos, totalizando 4.628; Cruz do Espírito Santo, com 19 novos casos, totalizando 618; Esperança, com 19 casos novos, totalizando 752; Cabedelo, com 15 novos casos, totalizando 3.169; São José de Piranhas, com 14 novos casos, totalizando 589; Aparecida, com 13 casos novos, totalizando 244; São Bento, com 13 novos casos, totalizando 3.304; Bonito de Santa Fé, com 10 novos casos, totalizando 147.

Óbitos nos municípios

Até hoje, 173 cidades registraram óbitos por Covid-19. Os 09 óbitos registrados nesta sexta ocorreram entre 16 de setembro e 23 de outubro, 07 deles ocorridos nas últimas 48 horas, entre residentes de 07 municípios. Os pacientes tinham idade entre 46 e 92 anos, três deles eram menores de 65 anos. Doença respiratória foi a comorbidade mais frequente.

Confira boletim na íntegra

Governo da Paraíba
Secretaria de Estado da Saúde
Atualização Covid-19 | 23/10/2020

Paraíba passa dos 130 mil casos confirmados de Covid-19

Casos Confirmados: 130.225
Casos Descartados: 180.046
Óbitos confirmados: 3.038
Casos recuperados: 106.472
Total de municípios: 223

Nesta sexta, 23 de outubro, a Paraíba registrou 494 novos casos de Covid-19 e 09 óbitos confirmados desde a última atualização, 06 deles ocorridos nas últimas 24h. Até o momento, 130.225 pessoas já contraíram a doença, 106.472 já se recuperaram e 3.038, infelizmente, faleceram. Até o momento, 405.069 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 34%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 26%. Em Campina Grande estão ocupados 32% dos leitos de UTI adulto e no sertão 52% dos leitos de UTI para adultos.

Os casos confirmados estão distribuídos por todos os 223 municípios paraibanos. A diferença de casos de ontem para hoje é de 494, nos quais 10 municípios concentram 302 casos, o que representa 61,13% dos casos em toda a Paraíba. São eles:

João Pessoa, com 127 novos casos, totalizando 31.953; Cajazeiras, com 36 novos casos, totalizando 2.555; Guarabira, com 36 novos casos, totalizando 4.628; Cruz do Espírito Santo, com 19 novos casos, totalizando 618; Esperança, com 19 casos novos, totalizando 752; Cabedelo, com 15 novos casos, totalizando 3.169; São José de Piranhas, com 14 novos casos, totalizando 589; Aparecida, com 13 casos novos, totalizando 244; São Bento, com 13 novos casos, totalizando 3.304; Bonito de Santa Fé, com 10 novos casos, totalizando 147.

*Dados oficiais preliminares (fonte: SIM, e-sus VE e SIVEP) extraídos às 10h do dia 23/10, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Até hoje, 173 cidades registraram óbitos por Covid-19. Os 09 óbitos registrados nesta sexta ocorreram entre 16 de setembro e 23 de outubro, 07 deles ocorridos nas últimas 48 horas, entre residentes de 07 municípios. Os pacientes tinham idade entre 46 e 92 anos, três deles eram menores de 65 anos. Doença respiratória foi a comorbidade mais frequente.

Mulher, 92 anos, residente em Pedra Branca. Portadora de doença renal. Início dos sintomas em 05/10/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 23/10/2020.

Homem, 72 anos, residente em João Pessoa. Sem comorbidade. Início dos sintomas em 19/10/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 23/10/2020.

Homem, 59 anos, residente em Aparecida. Sem comorbidade. Início dos sintomas 23/09/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 23/10/2020.

Mulher, 81 anos, residente em Santa Rita. Comorbidade não informada. Início dos sintomas em 02/09/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/10/2020.

Homem, 74 anos, residente em Itabaiana. Cardiopata. Início dos sintomas em 14/10/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/10/2020.

Homem, 57 anos, residente em João Pessoa. Portador de doença respiratória. Início dos sintomas em 08/10/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/10/2020.

Homem, 46 anos, residente em São José de Piranhas. Tabagista e portador de transtorno mental. Início dos sintomas em 16/10/2020. Foi a óbito em sua residência no dia 21/10/2020.

Homem, 77 anos, residente em Caaporã. Portador de doença respiratória. Início dos sintomas em 11/09/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 19/09/2020.

Mulher, 83 anos, residente em João Pessoa. Hipertensa, obesa e portadora de doença neurológica. Início dos sintomas em 06/09/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 16/09/2020.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus

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