Médicos comparecem à sessão da CMJP para discussão sobre gratificações

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A sessão desta terça-feira (29), na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) fora dedicada à discussão sobre as gratificações recebidas pelos médicos que prestam serviços para a prefeitura de João Pessoa. Nela estiveram presentes membros da categoria e do Sindicato dos Médicos do Estado da Paraíba (Simed-PB). O presidente do Simed PB, Tarcísio Campos, fez um levantamento do que foi discutido na sessão e saiu otimista. Ele acredita que as reivindicações da categoria serão atendidas pelo prefeito Luciano Cartaxo (PSD), em sua totalidade.

“Nossa proposta para a prefeitura não é uma questão salarial, é a penas um reivindicação para que a gente se aposente com os 100% do valor da gratificação, e que não tenhamos perda em relação a GDP (Gratificação de Desempenho de Produção) quando ela se tornar a representação da atividade médica. Contar com o apoio dos vereadores é muito importante para a categoria médica, todos se mostraram muito propensos a apoiar. A equipe técnica do prefeito estará reunida, foi dito pelos vereadores da bancada, a gente espera que eles avaliem a nossa proposta e nos encaminhe uma resposta positiva”, afirmou.

Porém, o líder da bancada de situação, o vereador Marco Antônio (PHS), foi otimista, mas nem tanto. Ele afirmou que os valores que serão incorporados nas gratificações, dependerão das condições da prefeitura para os pagamentos. A resposta as reivindicações dos médicos, de acordo com o líder de Cartaxo, dependerá da analise feita a partir de dados do Instituto de Previdência do Município de João Pessoa (IMP-JP)

“A categoria já conquistou muito em fazer com que esse projeto já venha de iniciativa do prefeito que já mandou a matéria para a Casa, que já está analisando. Agora entre o que vai ser incorporado, se vai ser 70 % ou se vai ser 100% das gratificações, vai depender exatamente das condições que vão ser apresentados, inclusive com dados do IPM, porque não adianta a gente aprovar uma incorporação de 100% se o Instituto de Previdência não estiver em condições de cumprir. A decisão vai depender dos números”, explicou.

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