Creche entregue por Cartaxo vende ‘padrão novo’ com climatização de ventilador

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Creche entregue por Cartaxo vende 'padrão novo' com climatização de ventiladorUma creche entregue nesta segunda-feira (7) pelo prefeito Luciano Cartaxo (PSD) é divulgada pela administração municipal como sendo novo padrão de qualidade, mas a os pequenos ainda tem de conviver com ventiladores

Rei das inaugurações de climatização de escolas e creches, Cartaxo é o prefeito que declara, em toda entrevista, que as crianças da rede Creche entregue por Cartaxo vende 'padrão novo' com climatização de ventiladormunicipal de ensino de João Pessoa estudam com salas equipadas com ar-condicionado.

O Crei Júlia Ramos fica no bairro da Torre e demonstra que esse novo padrão de qualidade vendido por Cartaxo reflete sua administração, que calçou 39 ruas em quatro anos e vive sendo investigado pela Polícia Federal e Ministério Público Federal.

Lagoa

A obra da Lagoa está sendo investigada por superfaturamento e isso pode resultar no indiciamento do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) e o secretário de Infraestrutura Cássio Andrade por peculato e improbidade administrativa, termos que nos acostumamos a ouvir nos noticiários do país, mas você sabe o que essas duas infrações significam e quais as penas previstas por estes atos?

O crime de peculato significa na subtração ou desvi de dinheiro público ou de qualquer objeto móvel para proveito próprio. Esse indiciamento consiste a parte criminal das investigações do Caso Lagoa.

Os peritos criminais da Polícia Federal constataram que foi utilizada empresa fantasma para certificação técnica de engenharia à Compecc, empresa responsável pelo desassoreamento, demolição de muro, construção de galeria e túnel que compuseram toda a reforma do Parque Solon de Lucena, a Lagoa. Além disso, também apontam irregularidades em todo o processo de licitação, que transcorreu entre 2013 e 2014, realizado pela Secretaria de Planejamento (Seplan) de João Pessoa, assim como superfaturamento de 65% da construção do dique, no Aterro Sanitário Metropolitano, que receberia as 200 mil toneladas de resíduos sólidos extraídas da Lagoa.

O laudo 103/2017, produzido pelo Setor Técnico-Científico da Superintendência Regional da Polícia Federal na Paraíba, integra a documentação do inquérito criminal 152/2016, que investiga desvio de recursos públicos na execução da obra da Lagoa pela gestão do prefeito Luciano Cartaxo (PSD), na Prefeitura de João Pessoa (PMJP).

De acordo com a PF, a empresa Compecc não possuía capacidade técnica-operacional para executar “sistema de drenagem através do método não destrutivo”. A empreiteira, que foi a única que compareceu à licitação e logo conquistou a concorrência pública, apresentou como comprovante um atestado emitido pela empresa Fortaleza – Peixes e Crustáceos Ltda, sediada em Santa Rita.

 

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