Berg tenta “agradar” PMDB ao sondar irmão de Jota Jr para assumir secretaria

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Tentando tomar uma atitude, para acelerar o ritmo das ações na sua gestão e tentar melhorar a opinião pública ao seu respeito,  o prefeito de Bayeux Berg Lima (Podemos), está tentando trazer o PMDB para perto. A nova mudança que pode estar por vir na cidade é o nome do irmão do ex-prefeito de Bayeux, Jota Júnior, Carlos Sousa, na Secretaria de Infraestrutura.

O ex-deputado, Carlos Souza já ocupou a pasta na época da gestão do seu irmão. Entre suas ações desenvolvidas a frente da Seinfra de Bayeux estão a implantação do Restaurante Popular, Maternidade,o início à reforma da ladeira do aeroporto e outras obras importantes no governo Jota Junior.

Carlos Souza vem se mantendo neutro em seus posicionamentos políticos. Ele está no PMDB, mesma legenda do vereador Adriano Martins (PMDB), que faz parte da oposição a Berg. Adriano também vem cerdo cercado por parte do prefeito de Bayeux, para fazer parte da sua base, numa tentativa de melhorar sua popularidade e a gestão.

Caos administrativo 

“Não é normal em nenhum lugar do Brasil o que está acontecendo nesse momento em Bayeux. O caos administrativo está instalado no município gerando riscos à governabilidade e ao futuro do bayeuxense e a Justiça precisa se debruçar sobre os reais motivos dessa má administração”. A declaração é do oposicionista Léo Micena diante da perplexidade que ouviu na manhã desta quinta-feira (22) do secretário de Indústria e Comércio, Ramon Aciolly, ao entregar o cargo ao prefeito Berg Lima (Podemos) em plena sessão da Câmara de Vereadores.

Ao anunciar na tribuna da Câmara de Bayeux que estava entregando o cargo, o secretário afirmou que viu no Sagres do TCE o nome de várias pessoas lotadas na sua secretária, mas que ele nunca tinha visto, além de inúmeras irregularidades.

“Isso é de uma extrema gravidade. Ele está admitindo oficialmente a existência de funcionários fantasmas em Bayeux. A justiça será acionada e precisa se posicionar. O desmantelo administrativo e as irregularidades desse governo está causando uma grande crise financeira e política na cidade”, afirmou Micena.

De acordo com Léo, a cada um mês um secretário deixa o governo, fato inédito no Brasil. “É a revelação do que nós dizíamos na campanha. Não troque seis por meia dúzia. Esse prefeito que está aí está comprovando total despreparo para governar um município, envergonhando todos os gestores públicos”, declarou Léo Micena, terceiro colocado na disputa pela prefeitura de Bayeux.

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