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DJ Jopin e parentes são presos por esquema que sonegou R$ 65 milhões

Grupo de empresas investigado movimentou R$ 358 milhões em cinco anos e, do total, foi constatada a sonegação

José Pinteiro Filho, mais conhecido como DJ Jopin, e parentes dele foram presos nesta quinta-feira (9), durante o cumprimento de mandados da Operação Mar Aberto, da Polícia Civil de Pernambuco e da Secretaria da Fazenda (Sefaz). Segundo a polícia, o grupo de empresas investigado movimentou R$ 358 milhões em cinco anos e, do total, foi constatada a sonegação de, pelo menos, R$ 65 milhões. (Veja vídeo acima)

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A investigação sobre lavagem de dinheiro e crimes tributários do grupo, ligado à fabricação de embarcações, contou com apoio das polícias de São Paulo e da Paraíba no cumprimento dos mandados. Entre as apreensões, estão 28 carros de luxo, sendo uma Ferrari, um Porsche e um Maserati.

Além de Jopin, foram presos o empresário José Pinteiro, pai do DJ, e Aníbal Pinteiro, primo do artista. Andréa Pinteiro e Vitória Pinteiro, respectivamente mãe e irmã de Jopin, também foram presas. A reportagem tenta contato com a defesa deles.

A empresa Ecomariner, da família Pinteiro, na Zona Sul do Recife, foi um dos alvos da operação desta quinta. Os nomes das outras empresas envolvidas e de pessoas presas não foram divulgados.

De acordo com a Polícia Civil, foram cumpridos oito de nove mandados de prisão até as 9h30 desta quinta (9), sendo sete em Pernambuco e um em São Paulo. Também foram apreendidos 15 imóveis e quatro embarcações.

“Esperamos que, com essas apreensões, o dinheiro que foi sonegado volte ao poder público”, diz o delegado Jean Rockfeller. Os detalhes de como funcionava o esquema não foram divulgados.

Entre os locais com mandados cumpridos, há os bairros de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, e Candeias, em Jaboatão dos Guararapes.

A investigação começou em dezembro de 2017 e é comandada pela delegada Priscila Von Sohsten, do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco), com apoio da Diretoria de Inteligência e do Laboratório de Lavagem de Dinheiro da corporação.

A operação contou com cem policiais civis de Pernambuco, além de duas equipes da Policia Civil de São Paulo e outra da Polícia Civil da Paraíba, além de equipes coordenadas por auditores da Sefaz.

Os presos e apreensões em Pernambuco são encaminhados para a sede do Draco, no bairro do Tejipió, no Recife. As informações são do G1.

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Redação Paraíba Já

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