“O povo nos olha e pede para que sejamos prefeito”, diz pré-candidato em Bayeux

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    O pré-candidato a prefeito na cidade de Bayeux, Leo Micena (PMDB), em entrevista ao Paraíba Já, na tarde desta terça (05) falou sobre a sua perspectiva para 2016, destacando que a cidade há tempos vive numa monotonia política. Leo ainda ressaltou que o partido continua apoiando o governo de Ricardo Coutinho (PSB), mesmo lançando projetos paralelos ao PSB.

    De acordo com Leo, o sentimento do povo bayeuxense é de renovação, porque a cidade está na mesmice há anos, por isso seu nome é apresentado como o melhor para promover mudança social e política. Ele ainda evidenciou que não concorre a cargo legislativo porque a população já o enxerga como prefeito.

    “Estamos construindo um projeto objetivando nossa candidatura na cidade de Bayeux. Estamos dialogando com movimentos sociais, buscando sua renovação política, social e econômica. Há mais de vinte anos Bayeux não apresenta nenhum projeto estruturante, vive numa paralisia administrativa,  a cidade precisa de renovação. A população nos vê como um projeto novo, haja vista os escândalos de corrupção no país. A gente recebe muito apoio por ter cara nova, a população opta por alguém que apresente alguma novidade. O nosso diferencial será a participação da população, uma nova prática política, construindo políticas públicas verdadeiras. A prática atual é do ‘acordão’ não um diálogo com a população. O modelo atual de Bayeux não representa nada de importante para a sociedade, possui mais de 80% de reprovação. A política é reflexo do sentimento popular, sendo majoritário podemos executar projetos. O povo nos olha nos olhos e pede para que sejamos prefeito, mas ser parlamentar seria uma honra”, disse.

    Ao ser questionado se o PMDB se desligaria do governo socialista, Leo comenta que mesmo apoiando Ricardo, os peemedebistas possuem legitimidade para lançar seus projetos políticos.

    “Em determinação do próprio presidente do partido, nós damos sustentação ao governo estadual, somos da base. Mas a preço de hoje, o PMDB tem automonia para lançar candidaturas de cada cidade, quem ganha com isso é a população. Temos o projeto para 2018, e a aliança com Ricardo não impede do partido possuir seu próprio projeto político”, explicou.

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