Nonato define aliança com PSB como ‘reencontro’ e ressalta que Cida ‘tem palavra’

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Reencontro. Essa é a palavra que define a aliança entre o PSB e o PPS em João Pessoa. Ao anunciar apoio à pré-candidata do PSB, Cida Ramos, o vice-prefeito da Capital e o presidente do PPS na Paraíba Nonato Bandeira afirmou que a escolha pela socialista se deu através de uma análise profunda da realidade da cidade e do projeto administrativo que deu certo nas gestões de Ricardo Coutinho e Luciano Agra, quando prefeitos de João Pessoa, no qual Cida se torna símbolo de retomada daquele trabalho.

Nostálgico, Bandeira faz uma retrospectiva da história com os socialistas. “Este é o encontro de reencontros. Primeiro o reencontro de 30 anos atrás. A gente lembra da universidade, onde militávamos no movimento estudantil, com Cida, Jaldes e tantos outros. E o respeito à companheira Cida veio não pela questão de estar em aliança, mas por naquele momento de participar de disputas políticas que nós passamos com muita adversidade”, declarou.

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Nonato também justificou porque o partido escolheu Cida para apoiar nas eleições de outubro e alfinetou o prefeito Luciano Cartaxo (PSD), escancarando o comportamento individualista e oportunista do pessedista.

“Primeiramente vem o respeito exatamente pela coerência em suas posições e aí nós discutimos quando eu levei para o partido a questão do nome de Cida. Eu disse que ela tem coerência, tem compromisso e sobretudo, tem uma coisa tão rara na política: tem palavra. Essa é a principal questão que tem Cida. É muito fácil assumir compromissos, fazer coligações e depois esquecer todos os compromissos e dizer ‘epa, eu cheguei aqui e vocês fiquem lá, porque agora eu vou governar com a minha turma ou com este grupo reduzido’ e esquecer não só as pessoas, mas esquecer todos os compromissos que foram firmados com as forças que apoiam e principalmente com a cidade. Quem conhece, vai votar e quem ainda não conhece, no decorrer da campanha vai firmar o compromisso com ela”, defendeu.

Sobre retornar a caminhar no grupo liderado pelo governador Ricardo Coutinho, ele disse que outro fator decisivo foi o exitoso projeto administrativo que João Pessoa conheceu e carece da retomada dele.

“As pessoas perguntavam, porque fazer aliança com o PSB. Eu respondo que, além da qualidade da candidata, da fibra da candidata que está sendo apresentada, tem uma questão de projeto administrativo que deu certo na cidade de João Pessoa e que foi infelizmente interrompido. E nós, agora em 2016, temos a obrigação de recuperar o tempo perdido”, afirmou.

Ele relembrou que em 2012, o projeto do PSB teve representatividade em duas candidaturas, as de Luciano Cartaxo, que à época disputou pelo PT, e por Estela Bezerra. “Se vocês observarem, em 2012, o projeto que o PSB capitaneou, apenas no 1º turno teve 58% os votos, que foram apresentadas duas candidaturas de continuidade da gestão e do trabalho que vinha se desenvolvendo desde 2005, e duas candidaturas de oposição (José Maranhão, pelo PMDB e Cícero Lucena, pelo PSDB). Se olhar os números, vejo que a população aprovou”, explicou.

E elencou o descompromisso de Cartaxo e as principais deficiências da atual gestão da PMJP. “Agora a população não tem culpa se muitos se desvirtuam do caminho, se não cumprem os compromissos da continuidade de um trabalho que vinha dando certo e racionalidade no gasto público, de priorização de ações que beneficiem as camadas mais desfavorecidas, qualificação de nossos serviços, sem demagogia e sem aparelhamento, de qualidade nas obras, de pagamento e compromisso com os fornecedores e não o calote generalizado e não a imagem de mau pagador que se criou no município e fora dele e o respeito à cidadania”, declarou Nonato.

 

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