Impeachment de Dilma não resolverá crise política, diz cientista político da PB

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O professor e cientista político Jaldes Meneses, analisou as afirmações  do senador e líder da oposição, Cássio Cunha Lima (PSDB) que a democracia sofre uma infecção generaliza chamada corrupção, e que a receita para a ‘cura’ seria ter  novas eleições , e de acordo com ele “Cássio está no seu papel como liderança da oposição do Senado”.

Porém, para Jaldes novas eleições no Brasil iria ferir a democracia, pois a presidente Dilma Rousseff (PT) foi eleita democraticamente e de acordo com a Constituição seu mandato irá até 2018.

“O que me preocupa é o Brasil ser um estado democrático de direito e a solução constitucional passa pelo respeito a Constituição, e na minha opinião, isso significa o respeito a legalidade do mandato da presidente Dilma para além de opiniões que se tenha da qualidade do mandato. O mandato de Dilma vai até 31 dezembro de 2018, é isso que diz a Constituição, então, qualquer trama de afastar ela por impeachment é ruim para a democracia do Brasil e não resolve a crise política”, explicou.

“Abuso de autoridade”, está é a opinião do cientista político sobre a condução coercitiva do ex-presidente Lula (PT), para ele ninguém pode estar acima ou abaixo da lei.

“A condução coercitiva foi extremamente inconstitucional, pois não havia a resistência ao depoimento e foi um abuso de autoridade. Uma operação com 230 policiais, ao sujeito que tem domicilio fixo e foi um atentado ao direito, que é para todos, não se pode estar acima ou abaixo do direito. E houve um objetivo de espetacularização midiática”, afirmou.

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