Ex-aliado afirma que Cartaxo restringiu transparência para “esconder irregularidades”

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    “Parece uma entidade de espionagem, um serviço secreto”, ironizou o deputado Anísio Maia (PT), nesta quinta-feira (15), a portaria Nº02/2015 da Secretaria de Planejamento do Município de João Pessoa (Seplan), na qual o secretário Zennedy Bezerra determina exclusivamente para si o poder de decidir o que pode ou não ser divulgado para os cidadãos da Capital.

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    “Todo órgão público deve trabalhar de forma clara, franca e aberta. Se existe toda essa preocupação de não ser transparente com a população é porque trata-se de um gestor autoritário que recusa a participação do povo. E em caso mais graves, uma manobra para esconder irregularidades”, alertou o deputado petista.

    Anísio disse que quando o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) estava no PT, era cobrado para que houvesse transparência em sua administração, mas como não quis se adaptar as exigências partidárias, decidiu pela saída.

    “Essa foi uma das questões do afastamento do prefeito do PT. Na época, o secretário de Transparência Éder Dantas não admitia que sua pasta ficasse submetida a esses tipos de procedimentos, por isso houve cobranças. Cartaxo optou por sair e ficar livre para fazer o que quiser na cidade”, lamentou.

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