Estudantes doam sangue em campanha do Hemocentro

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“A mobilização da sociedade é fundamental para estimular as pessoas a doarem sangue. Sangue não é um produto que se fabrica, é preciso da doação espontânea para termos o produto”. A explicação de Luciana Vieira Gomes, diretora-geral do Hemocentro da Paraíba, dimensiona a importância das pessoas participarem das campanhas da instituição.

Essa importância foi percebida por um grupo de 50 alunos dos cursos de Fisioterapia do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê), que doaram sangue e fizeram panfletagem nas proximidades do Hemocentro, na quinta-feira (8).

A ação educativa dos estudantes do Unipê fez parte das atividades de conclusão da disciplina de Educação e Saúde na Comunidade, ministrada pela professora Miriam Lúcia Nóbrega Carneiro, que acompanhou os estudantes.

O objetivo da campanha, segundo a professora foi aliar conceitos teóricos à atividade prática e contribuir para estimular as pessoas a doarem sangue, voluntariamente. Além disso, a ação ajudará a reabastecer o estoque do Hemocentro da Paraíba.

“Quase por unanimidade, ao final do semestre, os estudantes escolheram como ação de conclusão da disciplina uma campanha de doação de sangue”, destacou Miriam Lúcia. Na escolha da ação, a frase do médico paranaense Daniel Danz – “É preciso salvar uma vida antes de vestir um jaleco branco. Doe sangue, permita alguém sonhar outra vez” – foi um fator determinante.

Palestra – Já no Hemocentro, estudantes e professores participaram da palestra ‘Orientação ao Doador’ ministrada pela assistente social Consuela Leite. Em seguida, foram realizar as atividades. Os candidatos à doação passaram pela recepção, pré-triagem e triagem: quem estava apto seguiu para a doação, os demais estudantes distribuíram panfletos nas ruas próximas ao Hemocentro.

“Eu me sinto muito feliz por ajudar pessoas que precisam do meu sangue”, declarou Vinicius Albuquerque de Matos Barbosa, de 18 anos. A estudante Brenda Claudino Moreira Pessoa, também de 18 anos, revelou que sempre teve vontade de doar, mas só agora surgiu a oportunidade. “Uma só pessoa pode fazer a diferença na vida de muitas outras. Doar sangue é fundamental. Eu pretendo ser uma doadora fidelizada”, disse Brenda.

Por sua vez, o estudante Henrique Cesar se mostrou satisfeito por fazer parte da equipe que realizou a panfletagem. “Toda ação que estimule a doação de sangue eu acredito que seja válida”, ressaltou. Emerson Belarmino de Freitas, que foi responsável pela confecção de 2 mil panfletos, também estava entusiasmado: “É difícil conseguir doador, por isso pensamos em distribuir os panfletos esclarecendo a importância da doação”, afirmou Emerson.

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