“Deixei a PMJP com 7 mil prestadores e hoje tem 17 mil”, revela Ricardo

"Enquanto eu diminuo, o gestor como o prefeito de João Pessoa aumenta mais do que o dobro ", disse o governador

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O governador Ricardo Coutinho (PSB) revelou que na época que era prefeito de Capital a gestão tinha 7 mil prestadores de serviço e Cartaxo conseguiu aumentar esse número de forma assombrosa, tendo 17 mil atualmente.

As críticas de Ricardo sobre os prestadores de serviço foram direcionadas ao prefeito, que em entrevista no dia de ontem disse que o governador estaria promovendo a precarização dos serviços e terceirização na área de educação.

“Enquanto eu diminuo, o gestor como o prefeito de João Pessoa aumenta mais do que o dobro e eu não serviço nenhum serviço ser implantado ou expandido”, lamentou.

Problemas

Ricardo ainda ressaltou que a gestão de Cartaxo acumula uma série de problemas, demora para entrega de obras e números como apenas 39 ruas calçadas em quatro anos. “Não espero nada de Cartaxo. Ele faz uma gestão deprimida”, avaliou.

O governador rebateu algumas críticas que recebeu da oposição, em especial com relação à implantanção das Organizações Sociais na área de educação.

Ricardo comparou ainda que Cartaxo atualmente tem um orçamento de R$2,5 bilhões, sendo que na sua epóca era de R$ 650 milhões. “Ainda assim, com esse orçamento, não consegue terminar uma obra direito”, disse.

OS

O governador se reuniu na tarde de ontem com representantes da Associação de Professores de Licenciatura Plena (APLP). Dentre os assuntos tratados pelo governador estão o funcionamento das Organizações Sociais (OS) na Educação e o concurso para professor, que foi confirmado pelo governador.

“Tivemos uma boa conversa. A APLP decidiu pedir uma audiência para falar de vários temas e também falamos sobre o impulsionamento que vamos dar à manutenção das escolas e garantir direitos dos trabalhadores”, disse.

Ricardo disse ainda que continua a desafiar qualquer um acusa a implantação das OS de terceirização e precarização dos serviços na área.

“Não tem conversa fiada de terceirização. O que tem é a implantação de direitos trabalhistas. Estão dizendo bobagem, falando em precarização Estou dando o direito aos trabalhadores”, garantiu.

Entenda

Muito se publiciza de que haverá uma terceirização da Educação do Estado. O que não é verdade. Uma rápida lida no edital de contratação da Organização Social para este fim esclarece que o objetivo central é dar suporte à escola, sem tirar autonomia de professores e diretores.

Ricardo ainda afirmou que a decisão de contratar uma OS para manutenção das escolas advém da necessidade de toda a rede pública de ensino que ele mesmo vivenciou ao visitar várias unidades e pelos relatos de professores, diretores e alunos.

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