UPA de Bayeux volta a atender após parceria com Alhandra e HU de João Pessoa

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O prefeito Berg Lima (Podemos) restabeleceu as atividades da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h em Bayeux, na noite desta sexta-feira (06). Para isso, foi preciso que fossem realizadas parcerias com a Prefeitura de Alhandra e o Hospital Universitário Lauro Wanderley, que emprestaram materiais médico-hospitalares e medicamentos para que haja funcionamento regular da unidade.

De acordo com Berg, a suspensão dos atendimentos na UPA foi necessário porque o ambiente estava em estado de extrema vulnerabilidade e que colocaria em risco a vida dos pacientes.

“No entanto, a nossa cidade não pode ficar exposta à própria sorte. Com o empenho da Secretaria de Saúde, foram encontradas alternativas rápidas e precisas para amenizar essa situação de calamidade. Graças a algumas parcerias que fizemos, estamos reativando o serviço da UPA de forma emergencial, para que a nossa Bayeux não fique sem atendimento à saúde. Reitero que a nossa Unidade está com sérios problemas estruturais, mas os nossos médicos irão fazer de tudo para que a população seja prontamente atendida. Muito em breve os problemas encontrados estarão sendo todos resolvidos, pois vocês merecem uma saúde digna”, afirmou, em uma rede social.

O secretário municipal de Saúde Jordane Reis de Meneses explicou que a gestão buscou viabilizar prontamente os atendimentos desde o primeiro dia da gestão e que esses empréstimos cedidos pela Prefeitura de Alhandra e o HULW são medidas paliativas, porém necessárias.

“É claro que não podemos trabalhar apenas com empréstimos de material. Mas é que no serviço público, para se comprar materiais, mesmo em uma situação de emergência, demora, por conta da burocracia e a saída mais rápida foi esta. A nossa decisão técnica que foi suspender o atendimento é porque não havia material para casos mais graves, como casos de parada cardíaca. Então eu e o prefeito fomos em busca de municípios e também do Hospital Universitário que pudessem nos ajudar e nos emprestaram materiais para uma solução imediata enquanto nos organizamos. Temos menos de uma semana gestão e nem tivemos transição. Viemos descobrir a real situação da saúde quando assumimos. Mas nós não queremos trabalhar com essa questão de empréstimo não”, explicou.

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