“Se Dilma não participou da corrupção, deve ser punida por omissão”, diz tucano

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    O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) rebateu na tarde desta segunda-feira (29) as afirmações da presidenta Dilma Rousseff (PT) sobre as delações da Operação Lava-Jato, desencadeada pela Polícia Federal, e que investiga escândalos de corrupção envolvendo o Governo Federal. Em Nova York, a petista teria dito que não respeita delações e que sua campanha não teve nenhuma irregularidade, o que foi prontamente criticado pelo deputado paraibano.

    “Ela não respeita os deladores porque eles estão a entregando. A esta altura da operação é impossível dizer que não houve corrupção”, disparou o deputado, em entrevista ao Paraíba Já.

    O tucano ainda afirmou que, se Dilma não teve envolvimento direto na corrupção delatada e investigada na Lava-Jato, ela deve ser condenada por omissão e conivência com a prática dos crimes. “É impossível que um escândalo de corrupção deste tamanho, como o que está sendo revelado, não tenha tido o conhecimento dela”, disse Pedro.

    Segundo o parlamentar, a tese levantada pelo companheiro de oposição, o deputado federal Efraim Filho (DEM), de que já há elementos para um processo de impeachment da presidenta, faz sentido. “Se não houvessem os escândalos, ninguém falaria em impeachment, mas esta situação foi criada pelo Governo. A possibilidade de impeachment está na Constituição e deve estar em pauta”, finalizou.

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