PSOL quer enfrentar mais severamente o PT e se opor ao projeto tucano de poder

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    O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, destacou neste domingo, 28, nota assinada pelo presidente nacional da sigla, Luiz Araújo, em que o dirigente nacional analisa a conjuntura política atual no país, rechaça qualquer possibilidade de Frente de Esquerda com base no discurso de parte do movimento social que blinda o petismo da Era Lula, apenas enfrenta a direita em avanço, mas ignora o perverso ajuste fiscal do Governo Dilma em seu segundo mandato. “Defendemos a constituição de uma frente política que impeça a perda de direitos e o avanço de uma pauta conservadora. Mas é preciso dizer como, com que pontos que unificam e contra que medidas e interesses concretos”, afirmou o dirigente estadual do PSOL, ao concordar com Luiz Araújo.

    “Ao debater sobre o avanço da pauta conservadora na sociedade e no parlamento brasileiro, bem como o aprofundamento de políticas de ajuste fiscal por parte do Governo Dilma Rousseff em seu segundo mandato, nosso dirigente nacional assinou no último dia 26, uma nota contundente sobre a conjuntura e nossa posição nela, criticando duramente os governos Lula e Dilma”, disse Fabiano Galdino, que acrescentou que a nota de Luiz Araújo ressalta que essa crise “espelha a falência de um projeto de desenvolvimento levado a cabo por três governos petistas: manutenção da primazia do capital financeiro no comando da economia, mitigado com concessões para os trabalhadores, todas no limite do aceitável pelas elites governantes (não necessariamente e momentaneamente representadas diretamente no governo central).”

    Ao concordar com essa análise do dirigente nacional de seu partido, Galdino que também entendemos que este projeto dos Governos Lula e Dilma, ao longo dos últimos 13 anos de petismo no governo federal, “manteve as classes trabalhadoras dependentes das migalhas do lulismo, sem desenvolver lutas significativas e unitárias. Em tempos de bonança esta proposta floresceu, incorporou parcelas de excluídos no mercado consumidor, deu acesso precarizado ao ensino superior e manteve a classe dominante tolerante”.

    Galdino disse ser impossível ao PSOL se aliar nas eleições 2016 com petistas e explicou os motivos. “Estaremos juntos com todos que, nas lutas sociais e políticas, decidirem lutar contra o ajuste fiscal e a entrega do patrimônio público ao setor privado. Para fazer lutas contra isso é necessário enfrentar o governo Dilma, sem meias-palavras, e se opor ao projeto tucano de volta ao poder”, disse,citando seu dirigente nacional.

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