Morre no Trauma a terceira vítima do acidente na BR-230, em João Pessoa

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Morreu na manhã desta quarta-feira (25) no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, a terceira vítima do acidente que aconteceu no sábado (21) na BR-230. José Ferreira, conhecido como Dé, tinha 36 anos e era sobrinho de Jovelino Ferreira da Costa, único sobrevivente do acidente, que contou como aconteceu a colisão. Outras duas pessoas, o representante de vendas Thiago Nogueira, de 35 anos, e Meiryelli Egito, morreram na hora.

De acordo com as informações da assessoria de imprensa da unidade hospitalar, José Ferreira havia passado por procedimentos de emergência e estava internado na Unidade de Paciente Graves (UPG), mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 7h40.

José Ferreira e o tio estavam no Chevrolet Corsa que foi atingido pelo Toyota Corolla, em que estavam Thiago e Meiryelli. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Corolla seguia no sentido Cabedelo – João Pessoa quando o motorista perdeu o controle, invadiu a pista no sentido contrário e atingiu o Corsa.

A PRF investiga a participação de um terceiro veículo no acidente, uma caminhoneta Hilux, que estaria perseguindo ou disputando um “racha” (corrída ilícita entre veículos) com o Corolla que se envolveu no acidente. De início, a polícia investigou a possibilidade do acidente ter sido causado pelo racha, mas após o depoimento do sobrevivente, levantou-se a suspeita de que o carro estaria sendo perseguido.

“No momento que eu vi, ele jogou a Hilux para cima do Corolla. Aí eu disse ‘pronto, eles estão ou em perseguição ou fugindo de um assalto”, disse o autônomo Jovelino Ferreira da Costa. “Eu disse ‘Dé, pisa no freio rápido porque nós vamos colidir com esse carro, que esse carro tá vindo em direção à gente. Mas foi tão rápido, foi coisa de segundos. Quando dei fé, a gente já tava tudo dentro das ferragens”, completou.

Segundo o inspetor Éder Rommel, da PRF, as testemunhas ouvidas pela polícia contaram a mesma história. “[As testemunhas] presenciaram os dois carros passando com alta velocidade em pontos diferentes. Então é muito provável, baseado nessas testemunhas, que são oficiais agora, que havia a prática ilegal da corrida, ou ‘racha'”, explicou.

A Polícia Rodoviária Federal está tentando identificar a placa e o condutor da caminhoneta Hilux e pede a ajuda da população para a identificação. As informações podem ser repassadas de maneiras anônima pela linha de emergência da PRF, através de número 191. As informações são do G1.

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