Governo da Paraíba apresenta ações contra o tabagismo em Brasília

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    O Governo da Paraíba, por meio do Núcleo de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES), à convite da Divisão do Tabagismo do Instituto Nacional do Câncer (Inca), apresentou sua experiência com o tabagismo no lançamento das ações nacionais sobre a proibição de fumar em recintos coletivos em todo Brasil. O evento está sendo realizado no Auditório da Organização Pan-Americana da Saúde, em Brasília, durante toda esta quinta-feira (27), Dia Nacional do Combate ao Câncer.

    Durante o evento, foram abordados temas como as novas regras da Lei nº 9.294/1996 e o papel das vigilâncias sanitárias, o papel da sociedade civil e as estratégias da indústria do tabaco, os avanços da implementação da Convenção-Quadro para o controle do tabaco, entre outros. Também foram apresentados dados da 2ª onda da pesquisa International Tobacco Control Evaluation (ITC) sobre Tabagismo Passivo e Publicidade de Produtos do Tabaco.

    Os estados de São Paulo e Paraíba realizaram o primeiro painel, apresentando suas experiências na promoção de ambientes livres do tabagismo. De acordo com a chefe do Núcleo de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da SES, Gerlane Carvalho, a Paraíba ter sido convidada é o reconhecimento do bom trabalho que o Governo do Estado vem realizando na luta contra o tabaco. “Em todo o país, apenas os estados de São Paulo e Paraíba foram convidados para sua experiência desenvolvida contra o tabagismo. Apresentamos todo o trabalho que realizamos juntos com os parceiros (AMPB, Sociedade de Pneumologia, Agevisa, PBTUR e SMS-JP), com o objetivo de divulgar nossa Lei estadual, que proíbe fumar em recintos fechados e de uso coletivo”, disse.

    Fumante passivo – Segundo a diretora técnica de Ciência, Tecnologia Médica e Correlatos da Agevisa/PB, Helena Lima, o fumante passivo (pessoa exposta à fumaça de cigarros, charutos, cachimbos etc. em locais fechados e coletivos) fica suscetível aos malefícios causados pelo fumo, mesmo não tendo o hábito ou o vício de fumar.

    Os efeitos nocivos de fumar ativamente, conforme Helena Lima, são conhecidos há muitas décadas e atualmente se reconhece que os não fumantes têm muitas das doenças que os fumantes costumam apresentar, justamente por estarem expostos à fumaça do cigarro. A adoção de ambientes livres do fumo, segundo ela, é o único modo de proteger a população das doenças causadas pela Poluição Tabagística Ambiental (PTA), já que ficou comprovado que não existem níveis seguros de absorção da fumaça de cigarros.

    De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o fumo passivo é a terceira maior causa de morte evitável no mundo, sendo a fumaça do cigarro o principal agente poluidor de ambientes fechados.

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