Após decreto de ilegalidade, professores decidem manter greve em João Pessoa

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    Em assembleia, os docentes grevistas da rede municipal de ensino em João Pessoa decidiram manter a paralisação, ainda que a desembargadora Maria das Graças Morais Guedes tenha decretado ilegalidade da greve, que já dura duas semanas. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Educação do Município (Sintem) Daniel de Assis, a greve continua e lamenta pelo fato do prefeito Luciano Cartaxo ter optado pela ação judicial ao invés de dialogar com a categoria.
    “A indignação foi clara mediante o posicionamento do governo que fez a opção pela justiça, solicitando a ilegalidade da greve, aceita pela desembargadora Maria das Graças. O governo não abriu mão da proposta de 3% que não atende aos interesses da categoria. Além disso, existe uma insatisfação no que se refere as questões pedagógicas e as de infraestruturas das escolas. A nossa categoria optou por não acatar a decisão judicial e decidir continuar a greve assumindo as retaliações que podem advir do governo dessa decisão judicial. O sindicato, por meio da assessoria jurídica está fazendo a contestação. Estamos em um momento crucial e a nossa categoria precisa permanecer unida”, disse.

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