Vídeo: Hugo Motta comenta sobre caos ambiental no Açude Velho, em CG

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Vídeo: Hugo Motta comenta sobre caos ambiental no Açude Velho, em CG
Deputado Hugo Motta - Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, comentou a grave situação ambiental registrada no Açude Velho, em Campina Grande, onde mais de cinco toneladas de peixes mortos foram recolhidas nos últimos dias. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Meio-Dia Paraíba, da Rádio Pop, nesta terça-feira (13).

Ao falar sobre o episódio, Hugo Motta destacou que o momento exige cooperação e deixou de lado disputas políticas. Segundo ele, a prioridade deve ser o bem-estar da população e a preservação do meio ambiente.

“Nós temos acompanhado essa situação de Campina e todos os assuntos que são de interesse da Paraíba, com disposição de ajudar. Essa é a hora de deixarmos as questões políticas de lado e focar no que importa, que é o bem-estar da população. Como paraibano e pelo cargo que ocupo, quero ser um instrumento para ajudar o nosso estado, não só Campina, mas toda a Paraíba”, afirmou.

Assista:

Entenda o caso

O episódio ocorreu no último fim de semana, quando vídeos passaram a circular nas redes sociais mostrando a mudança na coloração da água do Açude Velho e a morte em massa de peixes. Diante da situação, a Prefeitura de Campina Grande informou que mais de cinco toneladas de animais já foram retiradas do reservatório.

A gestão municipal realizou uma reunião com representantes das secretarias de Serviços Urbanos e Meio Ambiente, Obras, Planejamento, Saúde e Educação para definir ações emergenciais. Mais de 60 servidores da Sesuma foram mobilizados para a retirada dos peixes, além do início do processo de oxigenação da água e da limpeza da lâmina superficial do açude.

Além das ações da prefeitura, o caso também passou a ser acompanhado pela Defensoria Pública do Estado da Paraíba. O Núcleo Especial de Cidadania e Direitos Humanos, em Campina Grande, enviou ofício à Secretaria Municipal de Meio Ambiente requisitando informações e providências sobre a degradação ambiental do Açude Velho.

No documento, a Defensoria solicitou relatórios técnicos sobre a qualidade da água dos últimos seis meses, um cronograma de ações emergenciais, de médio e longo prazo para recuperação do açude, informações sobre investimentos feitos nos últimos três anos e dados sobre riscos à saúde pública. O prazo para resposta é de 15 dias.

 

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