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Tecnologia

Ver pornô na web também polui (e muito) o planeta; veja porquê

Poluição ocorreria porque o streaming de vídeo seria responsável por mais de 300 milhões de toneladas de emissões de dióxido de carbono por ano

Você sabia que aquela olhadinha no site pornô que você dá por aí de vez em quando? Então, ele também pode poluir o meio ambiente, tanto quanto transitar de carro ou comer muita carne vermelha. Isso é o que diz um novo relatório do The Shift Project, iniciativa francesa que tenta frear as mudanças climáticas e nossa dependência por combustíveis fósseis.

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Os pesquisadores do grupo argumentam que nosso consumo digital deve ser incluído nas ações sobre redução de emissão de gases de efeito estufa — inclusive com políticas aos criadores e arquitetos do espaço digital, para que os profissionais considerem os impactos dos serviços online ao projetar suas tecnologias.

Atualmente, o streaming de vídeo responde por cerca de 60% de todo o fluxo de dados online, o que significa que também é responsável por mais de 300 milhões de toneladas de emissões de dióxido de carbono por ano. Como quase 1/3 desse conteúdo é composto de sexo explícito, a pornografia na web produz cerca de 100 milhões de toneladas de dióxido de carbono a cada ano — mais do que a produção anual de Israel.

Streaming de filmes e séries também compromete a natureza

Neste caso, as emissões de carbono são produzidas pela necessária para impulsionar a produção e o consumo de equipamentos digitais, incluindo tudo, desde os data centers até os smartphones. O novo relatório usa números de serviços de Internet sobre tráfego global de vídeo na Internet e seu respectivo uso de energia.

Esse consumo foi convertido em emissões de gases de efeito estufa. A conclusão foi que a visualização de vídeos online representa 60% do fluxo de dados do mundo e isso gerou mais de 300 milhões de toneladas de dióxido de carbono em 2018 — o equivalente à poluição anual na Espanha.

porn

A pornografia representa cerca de 27% dos serviços de vídeo sob demanda, enquanto Netflix, Hulu e similares são responsáveis ??por cerca de 34%. O YouTube ficou na categoria “Tubes”, que seriam as TV mais tradicionais, com 21%. O restante é dividido entre chamadas do Skype, câmeras de exibição com garotas, monitoramento de vídeo ao vivo e telemedicina.

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Redação Paraíba Já

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