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Por que Fulgêncio ainda não foi exonerado da gestão da Saúde de JP?

Em seu primeiro texto, Feliphe Rojas trata sobre a situação de uma das principais pastas da Capital

Existem coisas que não dão pra entender. Sabe quando você abre um site de matérias sensacionalistas e vê uma notícia de uma vaca presa num telhado e o desafio mental é saber como aquilo foi parar ali? Na Prefeitura Municipal de João Pessoa tem uma situação semelhante: entender como Adalberto Fulgêncio ainda está no comando da Secretaria Municipal de Saúde da Capital.

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Cada escândalo novo na Saúde de João Pessoa e o assunto volta à tona na Câmara de Vereadores e nas redações de jornalismo: a incompetência de Adalberto à frente de uma das pastas mais importantes de qualquer esfera pública, seja municipal, estadual ou federal. A pergunta sempre volta: o que falta para o prefeito Luciano Cartaxo exonerar Adalberto Fulgêncio?

Para se ter noção, apenas nos últimos 30 dias, o secretário foi protagonista de um escândalo de vazamento de áudio no qual supostamente articulava Caixa 2 na Prefeitura de João Pessoa. Logo depois, voltou ao olho do furacão com a interdição de um bloco cirúrgico do Trauminha, principal instituição hospitalar gerida pela Prefeitura. A crise se agravou com o pedido de demissão voluntário de duas diretoras do Hospital do Valentina, nesta semana, após a morte de uma criança. Elas acusaram a pasta de negligência e apontaram a falta de equipe na unidade.

O último caso mencionado no parágrafo anterior foi tema de uma denúncia do vereador Tibério Limeira na tribuna da Câmara Municipal de João Pessoa, que apontou um fato interessante sobre o assunto: as divergências políticas entre a diretora administrativa do Hospital, Carmem Gadelha, que é da família dos Cartaxo, e Adalberto Fulgêncio. Será que picuinhas políticas prejudicam o bom funcionamento da secretaria?

E aqui o último questionamento: que outro atributo tem Adalberto Fulgêncio, além de ser um bom articulador político? Quais são as suas capacidades técnicas para gerir uma pasta de tamanha importância? Tudo bem… Se Cartaxo não quer perdê-lo, por que não o colocar em uma pasta diferente? Muito além de capital político, são vidas que estão em jogo…

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