Patos é a terceira cidade mais eficiente da Paraíba, revela estudo

O Jornal Folha de São Paulo, juntamente com o Instituto Datafolha, desenvolveu uma ferramenta inédita no Brasil para avaliar o nível de eficiência das cidades Brasileiras. O ranking avaliou os municípios brasileiros que entregam mais saúde, educação e saneamento com menos recursos. A cidade de Patos, no Sertão da Paraíba, foi classificada como a terceira mais eficiente do Estado, ficando atrás apenas de Campina Grande e Guarabira.

Segundo o levantamento, Patos ocupa a 152º posição entre os mais de cinco mil municípios do pais e se destaca pela aplicação dos recursos em Educação e Saúde e pelo nível de saneamento básico, com índices bem superiores a média nacional.
A Prefeita Francisca Motta, atual gestora do Município reconheceu o grande empenho administrativo que além de preparar a cidade para o futuro, busca aliar o progresso ao desenvolvimento humano. “Mesmo possuindo uma média de receita bem abaixo da média nacional, o nosso trabalho tem superado a crise e estamos sendo reconhecidos como Município eficiente porque investimos em saúde, educação e saneamento básico, com indicadores acima da média nacional”, avalia a Prefeita.

Outro fator positivo da cidade paraibana é quanto a média de servidores públicos para 100 habitantes. Em todo Brasil, o estudo revelou um crescimento no número de servidores, o que está diretamente a dificuldade das cidades se tornarem eficientes. Em Patos, o índice é de 3 servidores para 100 habitantes, enquanto a média nacional é de 5,1.

Em Patos, a cobertura por equipes de atenção básica de Saúde (PSF) é de 100%, o atendimento de água é de 95%, a coleta de lixo domiciliar de 95% e a cobertura de esgoto é de 84%.

Em comparação com a Capital do Estado, João Pessoa, apesar de ter uma receita infinitamente menor e uma renda per capita (Patos – R$ 1492/João Pessoa R$ 2204), Patos apresenta indicadores do estudo bem superiores, como por exemplo, a cobertura de PSF (Patos – 100%/João Pessoa – 82%); o número de crianças entre 4 e 5 anos na escola (Patos – 86%/João Pessoa – 85%); despesa total com educação (Patos – 23%/João Pessoa – 20%).

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