Pâmela alega coronavírus para não entregar filho a RC; sintomas apareceram após viagem há 2 meses

Os advogados da jornalista e ex-primeira dama da Paraíba, Pâmela Bório, apresentaram a Justiça, a justificativa por não ter sido encontrada em sua residência, neste sábado (25), pelo oficial de Justiça que foi cumprir mandato, após o ex-governador Ricardo Coutinho ter retomado a guarda do filho, Henri Lorenzo, de 10 anos.

Conforme documento encaminhado por sua defesa, Pâmela está de quarentena com o filho, por estarem com suspeita de coronavírus e, com isso, estão cumprindo o isolamento social, por 14 dias, de acordo com recomendações médicas. As advogadas de Pâmela não informaram onde os dois estão cumprindo o período de quarentena, mesmo com mandado judicial para ser cumprindo.

Um detalhe que chama atenção no atestado médico apresentado pelas advogadas de Pâmela, é que o mesmo está com a data rasurada.

 

No documento apresentado, a defesa da ex-primeira dama, explica que ela viajou para São Paulo com o filho entre os dias 21 de fevereiro a 01 de março, há quase dois meses atrás, sem o uso dos devidos equipamentos de proteção, e no penúltimo dia da viagem apresentaram sintomas de gripe.

Apesar dos sintomas que se apresentaram ainda durante a viagem, Pâmela, após retornar a João Pessoa, postou fotos em suas redes sociais em uma manifestação, realizada no último domingo (19), em defesa do presidente Jair Bolsonaro.

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Após isso, na noite da sexta-feira (24), nas tentativas de contactar Pâmela, o oficial de Justiça, de acordo a da defesa de Ricardo Coutinho, recebeu a informações de vizinho e zelador do prédio, que ela reside, que a ex-primeira dama teria saído de casa na quinta-feira (23) e não teria retornado.

Conforme documento apresentado a Justiça, a defesa da ex-primeira dama requer que seja suspensa, por hora, a ordem de busca e apreensão de menor, considerando os novos fatos, até que passe o período de incubação da doença, ou seja descartada a hipótese de contágio.

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