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Cultura

Orquestra Sinfônica da UFPB toca obras de Mozart, Vivaldi e Mendelssohn

Apresentação começa às 20h, na Sala de Concertos Radegundis Feitosa, instalada no Campus I

Apresentação de cunho mais erudito, cujo repertório reúne obras dos compositores Vivaldi, Mozart e Mendelssohn, é o que caracteriza o concerto – o segundo da temporada 2019 – que a Orquestra Sinfônica da UFPB (Universidade Federal da Paraíba), sob a regência maestro Gustavo Paco de Gea, tendo como solista o violinista Rodrigo Eloy, realiza nesta sexta-feira (29), a partir das 20h, na Sala de Concertos Radegundis Feitosa, instalada no Campus I da própria instituição, em João Pessoa.

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A entrada é gratuita, mas a recomendação do Lamusi (Laboratório de Música Aplicada, vinculado ao Departamento de Música da UFPB e que administra o espaço) é a de que o público chegue meia hora antes, não só para garantir o lugar na plateia – a capacidade total é de 300 cadeiras – como também ouvir palestra que o convidado, o professor de música de câmara Ibaney Chasin, proferirá na ocasião sobre as obras que serão executadas logo em seguida.

“A OSUFPB iniciou no ano passado a ação de se promover palestra antes do início de cada concerto. O intuito é formar público, o que tem sido um dos objetivos da Orquestra. Por isso, as pessoas são informadas a respeito de aspectos do programa que ouvirão logo depois, como sonoridade. Com essa aproximação, o olhar do público fica diferenciado e a plateia terá condições de identificar, na prática, aquelas informações recebidas de forma teórica”, disse a coordenadora da Orquestra Sinfônica da UFPB, professora Íris Vieira.

“Além disso, este concerto vai valorizar a prata da casa, pois o maestro argentino Gustavo Paco de Gea foi o primeiro regente da OSUFPB, criada há seis anos, e foi um dos fundadores do Departamento de Música da UFPB há quatro décadas. E o violinista Rodrigo Eloy é spalla da orquestra”, acrescentou ela. Quanto ao repertório, o público ouvirá a ‘Sinfonia Al Santo Sepolcro’, do compositor italiano Antonio Vivaldi (1678 – 1741); o ‘Concerto para Violino nº 4 em Re Maior’, do austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791) e a ‘Sinfonia nº 12 Para Cordas em Sol Menor’, do alemão Felix Mendelssohn (1809 – 1847).

O solista

O violinista Rodrigo Eloy iniciou de maneira bem precoce os estudos do seu instrumento: foi em 1994, aos três anos de idade, com o professor Ademar Rocha. Em 2004, ele entrou no curso de extensão da Universidade Federal da Paraíba, onde mais tarde, em 2012, concluiu o Bacharelado em Música, com habilitação no violino.

Na mesma instituição, sempre sob a orientação do professor Hermes C. Alvarenga, também conquistou o título de mestrado. Já como camerista, Rodrigo realizou diversos concertos no Brasil e no exterior. Atualmente é doutorando em violino e spalla da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba, além de ser membro do Quarteto Eli-Eri e do Quinteto Uirapuru.

O regente

Natural da capital da Argentina, Buenos Aires, o maestro Gustavo Paco de Gea é professor da Universidade Federal da Paraíba no curso superior de Bacharelado em Música, onde ministra aulas desde 1978. Ele foi membro fundador do Quinteto Latino-americano de Sopros, no qual fez apresentações como grupo camerístico em todo o Brasil e, inclusive, no exterior.

Detentor de vários prêmios nacionais e internacionais, tem se apresentado nos mais importantes festivais do país, sendo membro fundador e primeiro flautista da Orquestra Sinfônica da Paraíba desde 1980 e tem dedicado especial atenção à divulgação da música do Nordeste brasileiro nos países da América do Sul.

A orquestra

A Orquestra Sinfônica da UFPB é formada, atualmente, por 21 músicos fixos – todos de cordas – e ainda pode contar com a participação eventual de professores e alunos dos cursos de música da instituição, além de colaboradores voluntários da cena sinfônica paraibana. A OSUFPB é um equipamento cultural da própria instituição e pertence ao Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA) e ligado aos Departamentos de Música e Educação Musical da academia.

A orquestra tem finalidades pedagógicas que envolvem professores e alunos da UFPB e contribui para a formação de plateia no âmbito da capital paraibana. As informações são do Jornal A União.

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Redação Paraíba Já

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