
A operação da Polícia Federal (PF) que mirou bolsonaristas nesta quinta-feira (8) teve como base a delação de Mauro Cid, segundo fontes da PF.
Entre os alvos estariam o próprio Bolsonaro, o paraibano Tércio Arnaud, assessor do ex-presidente, além do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Netos, ministros e outros assessores do ex-presidente.
Os mandados foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), dentro do inquérito das milícias digitais.
De acordo com investigadores, “boa parte” das acusações que fundamentarem o cumprimento de prisões, buscas e apreensões tiveram confirmação na colaboração premiada de Mauro Cid.
Integrantes da PF afirmam que a delação vem produzindo resultados há alguns meses. A nova operação intitulada Tempus Vetitaris, que na tradução literal significa Hora da Verdade, seria o maior resultado obtido até agora.
“E alguns diziam que a delação era ruim”, disse à CNN uma fonte da Polícia Federal responsável pela operação.
Delações premiadas são utilizadas como meio de prova, por diversas investigações. O instrumento foi popularizado pela operação Lava Jato.
A CNN está procurando a defesa dos nomes que são investigados pela operação da Polícia Federal.
Do CNN