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Cotidiano

Nove pessoas são presas suspeitas de saquear resort de luxo desativado em Conde

Prejuízo estimado com material furtado é de cerca de R$ 500 mil

Nove pessoas foram presas na tarde dessa quinta-feira (07) suspeitas de praticar saques no resort de luxo, Mussulo, na cidade de Conde. O local, que encerrou suas atividades, começou a ser invadido no dia 25 de outubro por pessoas que furtaram material de construção e até um fogão industrial.

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O delegado Marcos Paulo, contou que, de acordo com o advogado dos responsáveis pelo resort, os saques estariam acontecendo desde o dia 25 de outubro. O prejuízo dos furtos podem passar dos R$500 mil.

A guarnição da Companhia de Alhandra foi até o local e realizou um cerco, várias pessoas conseguiram fugir, mas nove foram presas, destas oito confessaram os crimes e uma negou. No local havia cinco carros que serviriam para transportar o material furtado. Outras pessoas estavam nas dependências do resort, mas como não estavam com a materialidade do crime, foram apenas identificados para posterior apuração.

Os suspeitos foram autuados por furto qualificado e recolhidos na cadeia de Alhandra. Eles devem passar por audiência de custódia ainda nesta sexta-feira. Uma perícia foi iniciada ainda na quinta-feira, mas precisou ser interrompida para continuar nesta sexta-feira, devido à dimensão do local.

Outro lado

O advogado de um dos suspeitos, Hermann Régis, argumentou que os acusados teriam recebido a informação da construtora supostamente responsável pela obra do resort de que as pessoas poderiam retirar os itens gratuitamente.

“Foi me passado que eles estavam na praia quando viram um grande número de pessoas entrando no estabelecimento, e tiveram a informação de que a empresa havia falido, não tinha pago a construtora e, por sua vez, a construtora tinha liberado para o pessoal tirar o material. Como são pessoas carentes, humildes, todos eles trabalhadores, viram a oportunidade de dar uma melhorada na casa. Alguns entraram lá para retirar algumas peças, e teria sido com autorização da construtora”, disse o delegado Marcos Paulo.

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Redação Paraíba Já

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