A adesão do ex-vereador Renato Martins (PSDB) à pré-candidatura do senador José Maranhão (MDB) ao Governo do Estado desencadeou, nas últimas horas, uma série de questionamentos entre aliados do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV).

Muita gente no Paço Municipal anda se perguntando como Renato, que é assessor do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), declarou voto em Maranhão, quando Cássio, a preço de hoje, disputará a reeleição na chapa encabeçada por Lucélio, irmão de Luciano.

Aliás, a declaração de voto do assessor de Cássio a Maranhão fez pipocar uma série de informações advindas do interior do Estado, dando conta de que aliados do senador tucano já estariam desembarcando da pré-candidatura de Lucélio.

É o caso, por exemplo, da cidade de Cuité. De lá chega a notícia de que aliados do ex-deputado Bado e de sua esposa, a ex-prefeita Euda, desistiram de Lucélio e já andam à cata de votos para Maranhão.

Para reforçar a tese do apoio de Bado e Euda ao pré-candidato do MDB, dias atrás, o irmão da ex-prefeita, Gentil Palmeira, deixou a gestão de Cartaxo em João Pessoa para assumir um cargo no Ministério da Saúde.

Detalhe: o cargo em Brasília para o irmão da ex-prefeita de Cuité foi conseguido pelo deputado federal Benjamim Maranhão, sobrinho do pré-candidato emedebista.

O caso Bruno

Os cartaxistas também não entendem como o deputado Bruno Cunha Lima, primo de Cássio e presidente do partido Solidariedade na Paraíba, ainda não se incorporou à pré-candidatura de Lucélio.

Pior: Bruno Cunha Lima tem dado todas as pistas de que ele e o seu partido marcharão com Maranhão.

A pergunta que não quer calar…

Até quando Luciano Cartaxo sustentará a pré-candidatura de Lucélio ao governo?

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