O imbróglio envolvendo o jornalista Walter Santos e o vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior, ganhou novos capítulos nas últimas horas.

Em artigo publicado no portal WSCOM, Walter sustentou a informação de que foi mesmo Manoel Júnior a fonte que lhe passou a informação da suposta delação do ex-prefeito de Cabedelo, Leto Viana, no âmbito da Operação Xeque-Mate.

Na postagem, Walter Santos foi mais além e sugeriu um desafio ao vice-prefeito de João Pessoa. “Como a palavra dele (Manoel Júnior) ficou desafiando a minha, só resta admitir e assumir a quebra de sigilo de Whatsapp para aferir se ele em vários momentos do ‘Day afther’ (dia seguinte) não disse que sua a fonte não estava atendendo depois do fato exposto”.

Entenda o caso

No início desta semana, Walter Santos divulgou no WSCOM a informação de que Leto Viana teria feito delação premiada no âmbito da Operação Xeque-Mate. A defesa do ex-prefeito, no entanto, negou a informação e divulgou nota desqualificando o trabalho profissional do jornalista.

Diante da polêmica, Walter Santos revelou em seu blog que só publicou a notícia da suposta delação de Leto no WSCOM porque teria recebido a informação de fonte confiada, no caso o vice-prefeito da Capital. Manoel Júnior, contudo, divulgou nota negando que tenha repassado informações ao jornalista.

Clique aqui ou leia abaixo o artigo de Walter Santos em que ele propõe a Manoel Júnior a quebra de sigilo do WhatsApp.

Manoel Junior: a verdade dos fatos, a versão, a postura dos agentes públicos  e o saldo de Cabedelo

O vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Junior, surpreendeu nesta quinta-feira soltando nota enviada ao Portal WSCOM negando que tenha revelado ao jornalista e analista político Walter Santos que o ex-prefeito Leto Viana teria fechado acordo delação.

Manoel Junior ao agir assim produziu muitos efeitos e aspectos a considerar, tais como suscitou a dúvida, criou um impasse entre a palavra dele e a minha, mas sobretudo surpreendeu por “bater pino” diante do que ele sabe ter sido o autor.

LOGICA NA MIDIA

Há muito tempo, a Fonte de informação  sempre foi (e será) preservada, sobretudo quando existe um acordo tácito segundo o qual, quando a Fonte não quer ser revelada simplesmente pede Off. É praxe certa.

No caso de Cabedelo agora, Manoel Junior repassou todas as informações atribuídas a um amigo advogado sem pedir OFF, ou seja, deu márgens para ser revelado no contexto depois que advogados de Leto questionaram.

DETALHES DE TUDO

Manoel Junior chegou atrasado para almoço no Restaurante Deleve,  em Manaíra, onde disse tudo o que foi narrado na matéria que produzi. Deu detalhes até de sobra.

Ele até aí sempre repassara informações consistentes, verdadeiras, sem desmentidos.

Aliás, como a palavra dele ficou desafiando a minha, só resta admitir e assumir a quebra de sigilo de Whatsapp para aferir se ele em vários momentos do “Day afther” não disse que sua a Fonte não estava atendendo depois do fato exposto.

Enfim, certamente que a partir de agora não levarei mais em conta suas informações reservadas, sem OFF.

É vivendo e aprendendo.