O pré-candidato a governador pelo PSB, João Azevêdo, mostrou dar pouca importância às declarações da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT), que também se coloca no jogo eleitoral como pré-candidata ao Governo. Apesar de elogiar o Governo que ela compõe e a forma de Ricardo Coutinho (PSB) governar, ela afirmou que não se aliou com João porque necessita ter “independência” para fazer autocrítica.

“Não tem essa autonomia que ela está dizendo que tem. Então, são frases de efeito e eu não tenho essa preocupação de estar fazendo esse tipo de comentário porque isso não agrega em nada, não traz nada, quando nós sabemos que o está em jogo é muito mais do que frases para imprensa”, rebateu João, nesta terça-feira (13).

O socialista ainda respondeu as críticas de seus adversários, que também apontam familismo em seu arco de aliança. Para João, há um abismo de diferença entre ter a família Morais e Santiago no seu agrupamento político do que uma chapa composta por elementos que nada possuem de experiência política, no caso, o irmão gêmeo do prefeito de João Pessoa, Lucélio Cartaxo (PV), e a esposa do prefeito de Campina Grande, Micheline Rodrigues (PSDB).

“É importante, literalmente, ver a história de cada um. Se você ver a história do ex-senador Efraim Morais e de seu filho, o deputado Efraim Filho, são histórias importantes que tiveram na política da Paraíba. Qual é a história política-administrativa que tem essa chapa que está aí sendo apresentada? Então essa é a diferença, são histórias diferentes. Temos também Wilson Santiago, que já foi senador, Wilson Filho que é deputado federal, mas eles tem histórias. Mas, qual é a história que tem essas duas pessoas para gerir o destino de um Estado que avançou tanto e que melhorou tanto? Essa é que a discussão”, disse.

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