Incêndio em hospital foi causado por pane elétrica, diz Secretaria de Saúde de CG

Cinco pacientes que estavam na UTI foram transferidos para o Hospital de Campanha, que fica no mesmo complexo e que não sofreu queda de energia

A Secretaria de Saúde de Campina Grande esclareceu em nota, divulgada na madrugada desta quarta-feira (26), que o incêndio ocorrido na noite da terça-feira (25), no Hospital Pedro I, foi causada após uma pane elétrica no gerador da unidade, em função de uma sobrecarga na rede externa do hospital.

De acordo com a Secretaria de Saúde do município, cinco pacientes que estavam internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) foram transferidos para o Hospital de Campanha, que fica no mesmo complexo e que não sofreu queda de energia. O problema, conforme a secretaria, foi sanado em menos de duas horas.

“A Secretaria Municipal de Saúde tranquiliza os familiares dos pacientes e dos profissionais que trabalham na unidade, pois a pane elétrica não comprometeu o atendimento dos pacientes internados e não provocou nenhum prejuízo estrutural”, pontua a nota.

Leia nota na íntegra:

A Secretaria de Saúde de Campina Grande informa que ocorreu, na noite desta terça-feira, 24, uma pane elétrica no gerador de energia elétrica do Hospital Municipal Pedro I. O incidente aconteceu em função de uma sobrecarga na rede externa da unidade hospitalar.

Com a pane, o abastecimento de energia ficou comprometido em parte do Hospital e cinco pacientes da UTI foram transferidos para o Hospital de Campanha, que fica no mesmo complexo e que não sofreu queda de energia.

A Companhia Energisa esteve no local fazendo o reparo e em menos de duas horas o problema foi sanado. A equipe de iluminação pública do município e o staff de manutenção do hospital, também colaboraram na ação. O prefeito Romero Rodrigues e o secretário de Saúde, Filipe Reul, acompanharam o trabalho.

A Secretaria Municipal de Saúde tranquiliza os familiares dos pacientes e dos profissionais que trabalham na unidade, pois a pane elétrica não comprometeu o atendimento dos pacientes internados e não provocou nenhum prejuízo estrutural.

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