ECA na TV exibe experiências do SPM-NE com o protagonismo juvenil e o enfrentamento à violência

O protagonismo juvenil e a mediação de conflitos como estratégias de enfrentamento à violência e defesa pela garantia de direitos de crianças e adolescentes fazem parte da experiência de atuação do Serviço Pastoral dos Migrantes do Nordeste (SPM-NE) e será o tema da edição deste domingo (31) no programa ‘ ECA na TV ’, que será veiculado às 13h, na TV Assembleia pelo Canal 8.2.

O programa, que é uma realização do Aldeias Infantis SOS Brasil – João Pessoa, também será transmitido pelo canal do projeto no YouTube (https://youtu.be/LposXfHicKY).

Tendo à frente das câmeras crianças, adolescentes e jovens, o ‘ECA na TV’ tem o objetivo de apresentar iniciativas que respeitam a integridade e os direitos constitucionais de crianças e adolescentes. Para esta edição, os integrantes do Fórum de Juventude do Mário Andreazza foram convidados a participar com apresentações musicais e de dança.

O programa também conta com a participação dos artistas Gramhma MC e Gaby, que compuseram a canção ‘Meu lugar é outro’ para a _‘Sou quem sou – campanha contra a violência de gênero’_ realizada pelo Projeto de Redução de Violência. Na Paraíba, a execução deste projeto fica à cargo do Serviço Pastoral dos Migrantes do Nordeste (SPM-NE).

Outro destaque do programa deste domingo é a representação de conflito juvenil e o papel da mediação. O objetivo de levar essa discussão ao programa é informar à população o papel e a importância dos Núcleos de Mediação Escolar e Comunitário, como ferramentas a mais de enfrentamento à violência e em defesa da vida.

A educadora do SPM-NE, Anne Suellen, afirmou que a experiência de levar algumas das ações do Projeto de Redução de Violência para um programa como o ECA na TV possibilita às pessoas de conhecerem iniciativas de enfrentamento à violência feitas com a participação da população.

“Foi um momento muito importante porque a gente teve a oportunidade de apresentar um pouco do trabalho que é desenvolvido no Mário Andreazza e fazendo um link com o programa que trata dos direitos das crianças e dos adolescentes”, afirmou.

Anne Suellen também destacou a troca de experiências entre os dois projetos. “Tivemos uma troca de experiências importante que possibilitou que cada um e cada uma pudesse observar que suas organizações desenvolvem ações de enfrentamento à violência de acordo com o contexto que vivenciam e que juntos nós podemos somar muito mais forças para reduzir a violência nos contextos em que a gente está inserido”, explicou.