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Cotidiano

Delegado diz que presos, mesmo investigados em outros processos, “continuaram a delinquir”

Um dos presos, o ex-prefeito de Catingueira, foi condenado a 41 anos de prisão

O delegado chefe da Polícia Federal (PF) em Patos, Drº Beltrão, chefe das investigações na Operação Recidiva, comentou a prisão preventiva dos ex-prefeitos José Edvan Félix e Damísio Mangueira da Silva, de Catingueira e Triunfo, respectivamente, além do empresário Francisco Amilton de Sousa Júnior e do secretário municipal Samuel Zariff Marinho de Araújo, chefe de gabinete da Prefeitura de Santo André.

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Ele ressaltou que José Edvan foi condenado a 41 anos de prisão no âmbito da Operação Dublê, enquanto que Damísio é investigado por fraudes em licitações e superfaturamento na Operação Sanguessuga. Além disso, o empresário preso é investigado em diversas operações e chegou a ser preso na 2ª fase da Recidiva. Mesmo assim, “continuaram a delinquir”.

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“Está mais que justificado o nome da operação, de ‘Recidiva’. Infelizmente, figuras que continuam delinquindo apesar da atuação forte do Estado. Daí se justifica a prisão preventiva destas pessoas, porque mesmo investigadas em outras situações não pararam de delinquir”, pontuou Drº Beltrão.

Sobre a 4ª fase da Recidiva

Além das prisões preventivas, o Ministério Público Federal (MPF) foram cumpridos mandados de prisão e busca estão sendo cumpridos em João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita, Campina Grande, Patos, Ibiara, Triunfo, Catingueira e Santo André, na Paraíba, além de Parnamirim, no Rio Grande do Norte. As fraudes descobertas nesta fase envolvem aplicação de verbas federais descentralizadas em convênios celebrados com a Fundação Nacional da Saúde (Funasa) nos municípios sertanejos de Ibiara, Santo André, Catingueira e Triunfo.

Os crimes envolvidos, de acordo com o MPF, são: dispensa ilegal de licitação, fraude licitatória, associação criminosa, peculato, corrupção passiva e ativa, além de lavagem de dinheiro. A investigação realizada pelo Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal e Controladoria-Geral da União (CGU), que resultou na deflagração da quarta fase da Operação Recidiva, foi iniciada a partir de desdobramentos decorrentes das fases anteriores.

Confira a decisão:

Decisao – Prisoes Preventivas

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