Delator da Lava Jato preso em JP durante operação deixa sede da PF

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O delator da Lava Jato, Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecida como Ceará, saiu da sede da Polícia Federal, em Cabedelo, na Paraíba, por volta das 11h, em direção ao Aeroporto Internacional de João Pessoa. Ceará foi preso durante a Operação Efeito Dominó, da PF, que combate desvio de dinheiro do tráfico internacional de drogas.

Segundo Roberto Biazoli, delegado da Polícia Federal e coordenador da operação, um outro membro muito próximo a Ceará também foi preso na capital. Batizada de Efeito Dominó, a ação é um desdobramento da Operação Spectrum, deflagrada em 2017.

Na Paraíba, outros dois mandados de busca e apreensão também foram cumpridos. Ceará atuava na Lava Jato com o doleiro Alberto Youssef e firmou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). O acordo foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A PF disse que vai avisar as duas instituições para que avaliem a rescisão do acordo.

Segundo o delegado Biasoli, Carlos Alexandre informou que Youssef tinha interesse em atuar com ele por causa do dinheiro em espécie. Com a investigação, a PF descobriu que esse dinheiro era fruto do tráfico de drogas.

Ceará foi preso preventivamente, ou seja, por tempo indeterminado. Como delator da Lava Jato, ele mencionou os políticos Fernando Collor de Mello, Aécio Neves, Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues. Com G1/PB.

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