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Cotidiano

Conde distribui repelentes dentro da validade em campanha de prevenção à malária, dengue, zika e chikungunya

A Secretaria de Saúde do município de Conde rejeitou por meio de nota nesta sexta-feira (30), por serem inverídicas, informações divulgadas em redes sociais de que a Prefeitura estaria distribuindo repelentes fora do prazo de validade na campanha de prevenção à malária e a outras doenças transmitidas por mosquitos a exemplo de dengue, zika e chikungunya.

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“O repelente que foi distribuído no início de agosto tinha a validade marcada para o último dia do mês. O uso recomendado, portanto, deveria acontecer dentro do prazo, sem qualquer prejuízo aos usuários e usuárias”, esclareceu a Secretaria.

A nota informa também que “os repelentes distribuídos pela Secretaria de Saúde às gestantes são adquiridos pelo Ministério da Saúde, que os repassa ao Governo do Estado e esse, aos Municípios. O processo licitatório para aquisição dos repelentes foi feito, portanto, pelo Ministério da Saúde em Brasília”.

“Como os repelentes visam a evitar que as grávidas contraiam Dengue e outras doenças com a picada de mosquitos (ele foi comprado por causa dos casos de Zika há anos, e não por causa da Malária), ele deve ser usado diariamente várias vezes. Isso faz com que o produto acabe em aproximadamente 15 dias. Ou seja, com dois tubos de repelentes sendo usados continuamente, a grávida fica protegida e usa o repelente dentro do seu prazo de validade, no caso dos distribuídos no início de agosto”.

A Secretaria também informa que “recebemos várias caixas com vencimento em agosto e em setembro deste ano da SES. Importante frisar que se uma pessoa usa regularmente o repelente todo dia nos membros inferiores e superiores, em 15 dias o repelente já acabou. Se a família inteira usa, acaba até antes desse período. Quando um produto indica que a validade vai até setembro/2019, significa dizer que ele pode ser usado até o último dia do mês de setembro. Ou seja, mesmo que a validade seja curta, consideramos importante receber a doação da SES porque se o uso for frequente, o consumo é rápido e dentro da validade, sem que ofereça nenhum risco à pessoa, mas sim, auxiliando na sua proteção”.

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Redação Paraíba Já

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