Com ampliação do Patrulha Maria da Penha, Casa Abrigo passará a acolher mulheres de todos os municípios paraibanos

Funciona desde julho do ano passado a Casa Abrigo do Programa Integrado Patrulha Maria da Penha (PMP), serviço do Governo do Estado que monitora a segurança das mulheres que solicitaram ou já estão com medidas protetivas da Justiça. Com a ampliação do programa, mulheres de qualquer município poderão ser acolhidas no abrigo.

A secretária de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura, explicou como funciona a Casa e garantiu a proteção, o sigilo e a integração familiar das vítimas de violência doméstica que vão para o local.

“A Casa Abrigo recebe mulheres vítimas de violência severa, que estão ameaçadas de morte. Pode vim de qualquer município, se assim entender que o risco dela é muito grande. É um lugar sigiloso, guardado pela Polícia Militar 24h. Ela é recepcionada com os filhos e filhas. Ninguém aparta a mulher dos filhos. As crianças continuam indo para escola e ela [a vítima] fica lá por seis meses até ela refazer a vida dela”, comentou.

Até janeiro deste ano, mais 169 mulheres foram atendidas pelo abrigo. A pasta contabilizou que até dezembro de 2019 foram realizadas 4.338 atividades (entre elas, palestras, rotas de monitoramento, grupos terapêuticos, articulação em rede com serviços) e 1.792 atendimentos, uma média de 60 por dia.

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