Depois de ter sido revelado que a parlamentar acumulava a atribuição de vereadora, de presidente da Câmara Municipal de Campina Grande e de servidora da Prefeitura de Campina Grande, embolsando quase R$ 30 mil reais mensais, o conceito da vereadora Ivonete Ludgério entrou em franca derrocada junto a alguns colegas, que recebem apenas R$ 12 mil/mês, que é o salário de vereador na cidade. Além disso, a presidente da Casa está envolta em denúncias de apadrinhamentos políticos, atualmente a Casa de Félix Araújo detém de 84% de seu quadro de servidores de pessoas sem concurso.

A Câmara Municipal de Campina Grande tem em seus quadros 388 servidores, porém, apenas e tão somente 06 (seis), isso mesmo, seis servidores efetivos. Pior, ainda, 294 são servidores contratados por excepcional interesse público. Isso corresponde a 84% dos servidores da CMCG, como comissionados e contratados, ambos os casos, sem concurso público. O custo destes servidores sem concurso no mês de janeiro de 2018 ficou em R$ 937.118,87.

Família Ludgério – Um sobrinho do deputado Estadual, Manoel Ludgério (PSD), ex-chefe de gabinete da Prefeitura de Campina Grande (PMCG), recebe um super salário como assessor da Câmara Municipal de Vereadores de Campina (CMCG), presidida justamente pela esposa do parlamentar, Ivonete Ludgério (PSD).

Segundo consulta no Sagres do Tribunal de Contas do Estado, (TCE), Edmundo Amorim Borba Filho recebe um super salário de R$ 11.200 no legislativo campinense. Além disso, a presidente mantém irmão e cunhada na estrutura da Câmara Municipal.

Além disso, recente levantamento no Sagres do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) revelou que a irmã de Manoel, a senhora Maria Elizabeth Alves Ludgério ganha do Fundo Municipal de Saúde (FMS), cargo sem concurso indicado na gestão do prefeito Romero Rodrigues (PSDB) a quantia de R$ 7.948,00.

Apadrinhamento político: 84% dos servidores da CMCG foram contratados sem concurso

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