Cantoras Eliza Leão e Clara Bione fazem show na Usina Cultural Energisa

Cantoras Eliza Leão e Clara Bione fazem show na Usina Cultural Energisa
A Usina Cultural Energisa fica localizada no bairro de Tambiá, em João Pessoa - Foto: Arquivo

As cantoras Eliza Leão e Clara Bione são as atrações do Café da Usina. O show acontece nesta quinta-feira (13), a partir das 21h, na Usina Cultural Energisa, localizada na Rua João Bernardo de Albuquerque, nº 243, no bairro de Tambiá, na cidade João Pessoa. O valor do ingresso é R$ 15.

Paraibana natural da cidade de João Pessoa, Eliza Leão inclui em seu repertório obras de Chiquinha Gonzaga, Roberto Carlos, Augustin Lara e Bizet e Clara Nunes. Ela Leão é esposa do músico, professor e maestro Tom K. Iniciou a sua carreira artística em 1973, atuando como cantora do coral do Serviço Social da Indústria (Sesi), do qual foi uma das fundadoras.

Logo depois, Eliza Leão ingressou no coral Madrigal Pedro Santos. Mais tarde, em 1997, fez parte do Colégium PróMúsica. Há alguns anos, a artista vem atuando como solista no Coro Sinfônico da Paraíba e, também, no Coro de Câmera Villa-Lobos.

Eliza Leão também participou de vários cursos na área de canto na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Londrina, Campos do Jordão, Rio Grande do Sul, Brasília, Argentina, dentre outras instituições.

Ela ainda foi professora de técnica vocal em algumas instituições, a exemplo da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos da Paraíba e do Departamento de Música da UFPB.

Clara Bione

Com formação no Conservatório de Música Antenor Navarro (EMAN), instalada na Fundação Espaço Cultural da Paraíba, a cantora Clara Bione é professora graduada em Letras pela UFPB e especialista em Língua Portuguesa. Ela pesquisa a essência regional e cultural de sua terra e, pela correlação com os ritmos dos antepassados, uniu as batidas do maracatu ao coco de roda, toada e ciranda, numa parceria com o grupo Rede de Arrasto.

A artista iniciou seus estudos musicais de violão e técnica vocal na Eman, em 2010. Já o primeiro contato com a percussão, tocando agogô e pandeiro, aconteceu no grupo de maracatu Nação Maracayba, em 2005. As informações são do Jornal A União.

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