
O Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (Cime) informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que a tornozeleira eletrônica usada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro apresentava marcas de queimadura antes de ser substituída na madrugada deste sábado (22).
Segundo o relatório encaminhado ao STF, Bolsonaro inicialmente disse à equipe de escolta que o equipamento havia sido danificado após bater na escada. Minutos depois, ao ser novamente questionado pelos agentes, ele admitiu ter utilizado um ferro de solda na tentativa de abrir a tornozeleira.
Diante da situação, o dispositivo foi trocado imediatamente. Horas após o episódio, ainda na manhã deste sábado, Bolsonaro foi preso preventivamente por determinação de Moraes.