Ator paraibano se solidariza com Márcia Lucena e aponta avanços em diversas áreas de Conde

O ator paraibano Luiz Carlos Vasconcelos se solidarizou a prefeita de Conde Márcia Lucena, nesta segunda-feira (2), recitando o texto do arquiteto Germano Romero, “O crime de ser prefeita”, publicado na última quinta-feira (27), no Jornal A União.

No vídeo, o ator inicia o texto comentando a decisão do desembargador Ricardo Vital, que determinou o uso de tornozeleira eletrônica e que foi repudiada por vários partidos que lançaram nota de apoio à Márcia Lucena, além de questionar qual o risco que a prefeita apresenta “a não ser aos medíocres que lhe fazem oposição sem ética?”, tendo em vista os últimos ataques feitos pela oposição à gestora, que mesmo com as contas de 2017 aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), os vereadores da oposição decidiram investigar uma licitação do lixo realizada pela gestão.

O texto ainda aponta as mudanças que a cidade vem tendo desde a entrada de Márcia Lucena na Prefeitura de Conde.

“E são tantos os ganhos! Na saúde, na educação, na cultura, na renovação dos valores coletivos, do trato com o meio ambiente, com os rios, com o mar, com o mangue. Praias limpas, hortas e feiras, sementes do bem, que venham mais!”, lembra o trecho.

Sobre as acusações direcionadas à prefeita, o texto lembra que Márcia não estava mais como gestora da educação estadual e destaca, que segundo ela, nunca houve contratação de organização social nem na saúde e nem na educação, além de afirmar que “em seu governo é tudo tão transparente, tão escancarado. Todos participam de tudo, todos ajudam, há espírito de equipe, de colaboração profissional e espontânea. Nada a esconder. Nunca se escondeu.”

Leia na íntegra:

Ela tem cara de menina. Menina que virou prefeita, prefeita que virou menina, e nem sabia o que seria. Ela gosta da varanda, do cheiro de planta, da casa onde mora, da terra em que vive, do gosto do povo e do povo que cuida.

Tem pai e mãe que honra, filhos que adora, marido que ama, sabe o que quer e faz o que sabe. Não deve, pois não teme. Tem vida limpa, sempre teve.

Para quê pulseira, coleira, tornozeleira, numa pessoa dessa? Que risco ela oferece a não ser aos medíocres que lhe fazem oposição sem ética?

Márcia Lucena surpreendeu, inovou, implantou um novo modo de governar desde que assumiu a responsabilidade por um município. E que município! Rico de belezas, de história, menos justa do que merece.

Nunca, em tempo algum, houve um gestor ciente do valor que tem o Conde, do seu potencial, seja industrial, rural, turístico, artístico, cultural e, sobretudo humano. Nunca houve quem tratasse com o devido cuidado de suas preciosidades, e com mais cuidado ainda para recuperar o tempo perdido, as áreas invadidas, as praias poluídas, o lixo espalhado, as lembranças doídas…

Márcia topou o desafio de um governador que nela confiou, pois ele sabia, há muito tempo, daquilo que o município merecia e precisava. Acertou na mosca. Em menos de um ano já eram visíveis transformações. Múltiplas e infiltradas por todos os níveis e setores. Ações que beneficiam a todos, sem distinção. Dos quilombos às praias, das quitandas aos hotéis, do feirante ao empresário, da cacimba ao esgoto.

Mas quem disse que seria fácil? Desentranhar manias, organizar o caos, acabar com privilégios, com o carimbo propinado, com o “jeitinho” pra tudo. Não, não foi e nem será nada fácil. O bem incomoda, o correto constrange, o progresso salva, a alfabetização liberta.

E são tantos os ganhos! Na saúde, na educação, na cultura, na renovação dos valores coletivos, do trato com o meio ambiente, com os rios, com o mar, com o mangue. Praias limpas, hortas e feiras, sementes do bem, que venham mais!

Dos carnavais, dos festivais, dos arraiais, nem se fala. Tudo bem feito, de dar gosto. Gosto e inveja, infelizmente.

Agora no carnaval, quanta beleza se viu! Tudo organizado, bem tratado e planejado. Dava gosto ver Márcia brincando no meio do povo, sem medo de ser menina, menina feliz…

Mas a felicidade incomoda. A plenitude gera inveja, ciúme, desprazer. Era preciso tirá-la de lá. Pra quê? Pra que pulseira, coleira, tornozeleira? Ela é do bem. Ela não morde. Ela sorri, abraça, dança, ama, sabe fazer. E muito ainda fará! Se Deus quiser.

Tem processo? Tem acusação? Que venham! Mas permitam que ela se defenda livre, desimpedida, honrada como merece. Ela nunca fez mal, nunca agrediu, nunca usou arma. Ela é da paz, tem vida limpa. Precisa disso não.

Atribuem-lhe crime de ter contratado uma organização social em um período que nem mais estava como gestora da educação estadual. E que trouxe tais organizações para o Conde, ora, ora. Quem prova? Nunca houve, segundo ela, tais contratações. Nem na educação, nem na saúde. Então que mostrem, que atestem, que revelem. Em seu governo é tudo tão transparente, tão escancarado. Todos participam de tudo, todos ajudam, há espírito de equipe, de colaboração profissional e espontânea. Nada a esconder. Nunca se escondeu.

Por que tirar Márcia das ruas? Por que limitar seus passos já tão restritos ao ambiente de trabalho, às casas de caridade, às comunidades… Já viram a “Casa de Maria”? Já viram as escolas, a creche nova? Nem na capital tem igual.

Já viram a cara da cidade, do centro, das praias, da vida noturna? Já viram Márcia no meio do povo, na zona rural, com o pé no barro, com o braço no abraço? Viram nada! Querem saber disso não. Não dá lucro pessoal, não rende.

Tenha calma, Márcia. Que Deus lhe conceda paciência e serenidade para aguardar a oportunidade de que tudo seja esclarecido. Tudo. E não há dúvida que terá coragem para assumir qualquer equívoco. Coragem e bravura para se defender, com justiça limpa. Sem coleira, sem pulseira, sem tornozeleira. Pra quê isso, minha gente?

Ela é da paz, do carinho, da feirinha, da horta, da ciranda, do coco de roda. Seu único crime, quem sabe, foi o de ser eleita. O crime de ser prefeita…

Confira o vídeo:

 

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