‘Assessores fantasmas’ do gabinete de Romero já lucraram R$ 56 mil e MPPB decide investigar

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou inquérito civil para apurar a possível existência de funcionários fantasmas nos quadros da Prefeitura de Campina Grande. A informação está publicada na edição da quinta-feira (4), do Diário Oficial do órgão.

De acordo com a portaria do MPPB, quatro servidores estão sob suspeita. Três deles são lotados no gabinete do prefeito Romero Rodrigues (PSD), de acordo com o Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade (Sagres), do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB).

Um recebe salário de R$ 4,2 mil mensal, outro tem vencimentos de R$ 3,5 mil por mês e, por fim, o terceiro assessor recebe R$ 3,2 mil. Somados, somente nos cinco primeiros meses de 2019, eles já receberam aproximadamente R$ 56,1 mil dos cofres públicos campinenses.

O outro servidor sob suspeita de ser “servidor fantasma”, de acordo com o Sagres, é lotado na secretaria de Obras. Ele já recebeu cerca de R$ 11,2 mil da prefeitura apenas nos cinco primeiros meses deste ano.

A investigação foi instaurada pelo Promotor de Justiça Francisco Bergson Gomes Formiga Barros, no último dia 28.

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