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Contrapoder

Após era Romero, Rainha da Borborema terá novo rumo em 2021; confira pré-candidatos

Vários nomes se colocaram à disposição, mas disputa deve ficar entre indicados de Romero; do Governo do Estado e do presidente Bolsonaro

O município de Campina Grande, que completa 155 anos de emancipação política nesta sexta-feira (11), tem um futuro político incerto. A cidade, segunda mais populosa da Paraíba, e com o 2º maior PIB bruto do Estado tem apenas uma certeza: Romero Rodrigues (PSD), prefeito desde 2013, não será mais o Chefe do Executivo a partir de 2021. Desta forma, novos nomes se põem no tabuleiro político em busca do cargo eletivo mais cobiçado na Rainha da Borborema.

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Apenas do grupo de Romero, considerado hoje o mais forte e numeroso no município, existem três pré-candidatos: os deputados estaduais Manoel Ludgério (PSD) e Tovar Correia Lima (PSDB), além do ex-deputado estadual Bruno Cunha Lima (Sem Partido), hoje secretário chefe do Gabinete do Prefeito de Campina Grande.

O primeiro deles a se manifestar foi Ludgério, ainda no ano passado, deixando claro que era a sua vez de ser candidato e admitindo até a possibilidade de mais de uma candidatura no grupo de Romero. Tovar e Bruno Correia Lima, ex-colegas de PSDB, têm trocado farpas públicas sobre a sucessão em Campina Grande, com cada um tentando demarcar o seu território.

Pelo lado do Governo da Paraíba, o nome mais comentado é o da esposa do senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB), Ana Cláudia Vital (Podemos) – secretária de Desenvolvimento e Articulação Municipal do Governo João Azevêdo. Entretanto, o próprio Veneziano não descartou a hipótese de se lançar candidato caso “o grupo lhe chame”. Outro nome que pode lançar uma candidatura paralela entre os partidos da base do governador João Azevêdo (PSB) é o PCdoB, com o deputado estadual Inácio Falcão.

O PSL, do presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, lançou o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Campina Grande (CDL-CG) e ex-candidato a prefeito e deputado estadual, Arthur Bolinha, como pré-candidato. O nome do presidente da sigla no Estado, o deputado federal Julian Lemos, chegou a ser ventilado, mas foi completamente descartado após o lançamento de Bolinha e a transferência do domicílio eleitoral de Julian para João Pessoa.

Outros nomes sem muita evidência como o dos vereadores de Campina, Nelson Gomes (sem partido) e Pimentel Filho (PSD), também se lançaram como pré-candidatos, mas a tendência é que a disputa se concentre entre um nome do grupo Romero, outro do grupo do Governo do Estado e um “ungido” de Bolsonaro para fechar a trinca.

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