Aliados de Romero silenciam sobre Escândalo da Merenda em Campina Grande

Com receios talvez de terem seus nomes envolvidos com a recente deflagração da ‘Operação Famintos’ da Polícia Federal (PF), Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público Federal (MPF), que apura irregularidades em licitações para aquisição de merenda escolar na gestão do prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD), diversos aliados do prefeito que têm seus nomes citados como possíveis candidatos à prefeitura em 2020, preferiram silenciar sobre as graves denúncias contra a atual gestão.

A operação investiga supostas irregularidades em licitações para a contratação de empresas de fachada, visando o fornecimento de merenda escolar. As contratações incluíam também o fornecimento de material de higiene e de limpeza para outras áreas de governo (Saúde, Assistência Social, etc.). Os órgãos investigadores constataram que, desde 2013, ocorreram contratos sucessivos, que atingiram um montante pago de R$ 25 milhões.

O atual Chefe de Gabinete da Prefeitura de Campina Grande, Bruno Cunha Lima preferiu não siar na defesa dos auxiliares do prefeito presos na operação. Em suas redes sociais, não é vista nenhuma menção de solidariedade as acusações que recaem sobre a PMCG. Veja no Instagram de Bruno: https://www.instagram.com/brunocunhalima/?hl=pt-br

O mesmo procedimento é visto nas redes sociais do deputado estadual Tovar Cunha Lima (PSDB), tido como um dos maiores defensores do gestor na ALPB. Tovar também tem seu nome lembrado por Romero para 2020. Veja na redes social dele: https://www.instagram.com/tovarcorreialima/?hl=pt-br

O filho do ex-senador Cássio Cunha Lima o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB), que dirige a sigla no estado também preferiu silenciar sobre o caso. https://instagram.com/pedrocl?igshid=d0ogec7atbu

O ex-secretário de Obras da PMCG André Agra, que também tem seu nome lembrado pelo grupo de Romero para as eleições de 2020, nada se manifestou sobre o caso. Vale ressaltar que na denúncia é pontuado que além da merenda escolar, as contratações supostamente ilícitas incluíam o fornecimento de material de higiene e de limpeza para outras áreas de governo (Saúde, Assistência Social, etc.). A CGU, durante auditoria realizada para avaliar a execução do PNAE no município, detectou um prejuízo de cerca de R$ 2,3 milhões, decorrentes de pagamentos por serviços não prestados ou aquisições de gêneros alimentícios em duplicidade no período de janeiro de 2018 a março de 2019. Veja a rede social do ex-secretário de Romero: https://instagram.com/andreagraagra?igshid=1ewkojyskbfwl

Do Partido Progressista que apoia o prefeito Romero, nem o seu atual secretário de Ciência e Tecnologia Lucas Ribeiro, nem sua mãe a senadora Daniella Ribeiro se manifestaram sobre o caso. Vejam nas redes sociais de ambos:

https://instagram.com/lucasribeirocg?igshid=mcjm541kvq5r

https://instagram.com/daniellasenadora?igshid=5bgupm5hnh65

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