Vídeo: Baixaria vira rotina no Congresso Nacional e envolve paraibanos

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    Eles quebram urnas de votação. Eles trocam tapas. Eles se empurram, se xingam e se insultam. Eles gritam e praguejam uns com os outros. Tudo isso dentro do Congresso Nacional. Não são vândalos, são deputados, incluindo paraibanos. Alguns até se empolgam com os registros da imprensa e chegam a se vangloriar da própria performance nos cafezinhos da casa. A valentia em rede nacional massageia o ego e rende piadas nos bastidores.

    Nas últimas semanas, segundo levantamento feito pelo portal iG, esse comportamento tornou-se tão recorrente que já perdeu o caráter de novidade. A partir da deflagração do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), as baixarias entre parlamentares parecem quase parte da rotina nas discussões. Quando Eduardo Cunha (PMDB-RJ) decidiu fazer fechada a votação para escolha das indicações para a comissão especial, alguns deputados ligados à base quebraram urnas para usar o tumulto como ferramenta de protesto.

    Nada que impressionasse quem anda acompanhando as sessões que tentam inutilmente votar se Eduardo Cunha será ou não investigado pelo Conselho de Ética da Casa. A missão parece impossível e cansa a paciência de quem por ali passa. No centro dos holofotes, os deputados não têm nenhum pudor em protagonizar mais baixaria. Na última quinta-feira, Zé Geraldo (PT-PA) e Wellington Roberto (PR-PB) trocaram tapas e insultos.

    Outro deputado paraibano que se envolveu em polêmica foi Hugo Motta (PMDB). Ele despertou a revolta de seus colegas quando, em 5 de março, anunciou a criação de sub-relatorias na CPI da Petrobras. O peemedebista foi questionado sobre a legalidade do ato sob a alegação de que somente o relator da matéria poderia criar sub-relatorias e indicar eventuais relatores. Motta não apenas criou as relatorias como nomeou parlamentares para ocupar tais posições. A ação gerou bate-boca e gritaria de fazer inveja a uma feira livre.

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