Vereador quer criação de serviço de socorro a animais abandonados e feridos em João Pessoa

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    vereador Marmuthe Cavalcanti,presidente da Frente Parlamentar pela Proteção e Defesa dos Animais, instalada na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), apresentou recentemente o Projeto de Lei Ordinária (PLO) 1.098/2015, que estabelece o Serviço de Socorro Veterinário (Samuvet), ambulante e gratuito, na capital paraibana.

    A iniciativa tem como objetivo assegurar o socorro urgente aos animais abandonados ou sem propriedade conhecida, que estejam feridos ou enfermos em vias públicas ou em propriedades de terceiros. De acordo com o Projeto, “a assistência se desenvolverá através do trabalho de médicos veterinários, auxiliados por estudantes do curso de Medicina Veterinária, voluntários ou prestadores de serviços comunitários”.

    “Um dos destaques do nosso mandatotem sido a luta pela proteção e defesa dos animais em João Pessoa. E mais uma vez, apresentamos um Projeto com essa finalidade. Sabemos que diariamente cães, gatos e outros animais são atropelados em vias públicas ou ficam gravemente enfermos, sem que haja para onde levá-los ou como atendê-los, deixando a população temerosa e aflita, pois não dispõe de meios apropriados para prestar socorro em situações extremas. Daí a necessidade do Samuvet”, disse Marmuthe.

    O documento propõe que um ou mais veículos adaptados, próprios ou de ONGs, deverão ser colocados à disposição para funcionamento em sistema de equipes em rodízio, com turnos de trabalho para cobertura durante 24h por dia. Diz ainda que os atendimentos deverão ser prestados nos próprios veículos e os animais, sempre que possível, serão conduzidos às prováveis residências ou, caso se desconheça, para abrigos públicos de animais. O serviço será acionado gratuitamente pela comunidade, através de número próprio que deve ser amplamente divulgado.

     

    Segundo Marmuthe, o Projeto para criação do Samuvet coloca em pauta uma ação positiva e necessária, permitindo o trabalho voluntário e estimulando a consciência de preservação da vida e diminuição do sofrimento dos animais, de modo a não oferecer riscos à saúde da população ou ao patrimônio público. “A abrangência deste serviço deve ser todo o território municipal, incluindo áreas urbanas e rurais, evitando que muitos animais agonizem até a morte sem nenhum tipo de socorro”, explicou o vereador.

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