Os ex-superintendentes do Instituto de Previdência do Município de João Pessoa (IPM), que passaram pelo cargo de 2012 à 2016, serão investigados diretamente pela Operação Parcela Débito. A informação foi dada na coletiva de imprensa, concedida pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, nesta quinta-feira (24), na sede da Procuradoria Geral de Justiça.

Ao longo desses quatro anos, três superintendentes passaram pelo IPM. Cristiano Henrique Souto, assumiu o cargo em 2012, na gestão de Luciano Agra. Na manhã desta quinta-feira (24), Cristiano foi levado coercitivamente para prestar depoimento. Formado em Direito, com pós-graduação em Ciências Criminais, ele é servidor do IPM desde 2005, quando assumiu o cargo de advogado da autarquia. Em 2007, foi nomeado chefe da Assessoria Jurídica do Instituto.

Pedro Alberto Coutinho, foi superintendente do IPM de 2013 até o início de 2016. Aliado do atual prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), Pedro Alberto Coutinho era vereador pelo PHS, foi reeleito em 2016 e faleceu em 2017. Na manhã desta quinta, o motorista pessoal do vereador, Rosemberto Carlos Santos, também foi preso, de acordo com informações do programa Rádio Verdade, da Arapuan FM.

Moacir do Carmo Tenório, assumiu a superintendência em 2016. É servidor efetivo da Prefeitura Municipal de João Pessoa, ingressou no IPM no ano de 2001, vindo da Secretaria da Saúde, para promover a instalação do núcleo de tecnologia da informação da autarquia.

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