‘Totonho e Os Cabra’ lança disco em show com participação de músicos paraibanos

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    Depois de 10 anos de lançado “Sabotador de Satélites” pela gravadora Trama, Totonho e Os Cabra, um dos mais geniais artistas do Brasil, arrebenta as estruturas de produção musical na Paraíba e estreia o “Coco Ostentação”. Natural de Monteiro (PB), e inspirado pela força da poesia regional, ele dialoga com o universal, escancarando um som autêntico e provocador. A festa acontece neste sábado (o4), a partir das 22h, no Centro Cultural Piolim.

    Da rua para o estúdio, esse foi o caminho para se chegar ao mais novo disco autoral de Totonho. Coco Ostentação é fruto de uma ação ativista de levar música para espaços públicos da grande João Pessoa de forma independente. Essa iniciativa idealizada pelo próprio artista, em parceria com o compositor Seu Pereira, teve inicio em 2014, provocando as formas de difusão da música paraibana.

    O projeto reuniu públicos, movimentou a cena com manifestações populares de valorização da música tradicional do Nordeste e motivou novas composições. Essa experiência desencadeou na produção de um dos discos mais esperados pela cena da música independente do Brasil.

    Coco Ostentação é um trabalho inovador que reúne canções inéditas, influenciadas pela música tradicional, mais especificamente o coco de roda. Produzido pelo paraibano Renato Oliveira, e com participação de grandes nomes da cena musical atual da Paraíba, como Escurinho, Alex Madureira, Os Gonzagas e Seu Pereira, o disco instala uma lógica de produção profissional colaborativa e engajada. A produção conta também com a presença dos músicos parceiros, o paulista Rica Amabis e o carioca Ricardo Imperatori. Os artistas aceitaram o desafio da provocação sonora e poética de Totonho e Os Cabra, apresentando um som que dialoga de forma contemporânea com a música tradicional.

    “O resultado dessa experiência é a ostentação da liberdade de praticar seus próprios códigos culturais. Porque a tradição é o que segue, não é o que fica trancafiado em normas retrogradas de registros filmados ou fonográficos. Só se preserva a tradição se outras gerações aceitam, participam e interagem, por isso ela deve ser adequada aos olhares do seu tempo.”, destacou Totonho.

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