Totonho apresenta “Os Sambas que Cartola não quis fazer” em show inédito em JP

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Totonho, um dos artistas mais geniais da nossa cena musical brasileira, apresenta para seu público a sua mais nova concepção artística: o seu show intitulado “Os sambas que Cartola não quis fazer”, que defende o sotaque dos sambas que brotam dessa terra. Ele é o convidado desta temporada de retorno do projeto ‘Samba de Casarão’, promovido pelo Móbile Café, e realiza neste próximo sábado, a partir das 18h, um verdadeiro espetáculo de sambas genuínos, ao lado ainda dos artistas paraibanos Fuba e Zé Neto, participações especiais desta edição. Os ingressos estarão sendo disponibilizados na bilheteria do local ao preço único de R$ 15 (quinze reais).

Totonho vem ao longo dos últimos três anos, desfilando seu rosário de sambas autorais, e prepara um já esperado CD anunciado há tempos atrás. Trata-se da nova aposta do compositor. Ele entende que desde Jackson do Pandeiro, a Paraíba não apresenta um sotaque próprio no gênero Samba, onde a linguagem passe a fornecer um gem próprio, uma forma de dizer samba, de sentir samba, e avançar na temática. Para ele, compositores locais como Seu Pereira, Escurinho, Chico Limeira, vem avançando numa lógica de não tomar como referência apenas o samba carioca ou baiano, mas integrar o sotaque entrecortado com códigos românticos, ao mesmo tempo, com doses de regionalidade, temperadas com a ousadia que a rica cena autoral do estado tem mostrado, atribuindo ainda a esse trabalho, toda uma vasta experiência na cidade do Rio de Janeiro ao lado de alguns importantes parceiros, como Fino Coletivo, Mestre Ivan Milanes da Serrinha, Marquinhos de Osvaldo Cruz, Didu Nogueira.

Na Banda, o artista recebe uns cabras que costumam frequentar esses conceitos de samba desde a concepção inicial do trabalho, como: Potyzinho Lucena, Luis Umberto, Francisco Neto (Novinho) e Max Serrano. No repertório, o público pode esperar sucessos como “A Rainha do Sistema”, “Tudo Pra Ser Feliz”, “Nhen Nhen Nhen”, “Judiava”, “Vou Festejar” entre outras perolas do gênero.

TOTONHO

Totonho, compositor e cantor oriundo do semiárido brasileiro, da região do Cariri paraibano, é um dos artistas mais geniais da nossa cena musical brasileira e vem sendo referência da música alternativa brasileira desde 2001, quando lançado pela Gravadora Trama. Totonho, natural de Monteiro (PB), é dono de um estilo bem paraibano de fazer música, e bebeu da fonte do grupo Jaguaribe Carne, idealizado em João Pessoa pelos irmãos Pedro Osmar e Paulo Ró, e com o passar do tempo, foi-se agregando outros nomes e outros talentos, como Escurinho, Lúcio Lins, Chico César, Jarbas Mariz, Milton Dornellas, e claro, Totonho, de onde herdou uma forma experimental e particular de fazer arte.

Totonho é inspirado pela força da poesia regional, dialoga com o universal, escancarando um som autêntico e provocador, advindo das ruas para o estúdio, do estúdio para os palcos e ouvidos de um público inquieto e ansioso pelo novo, pelo som independente que Totonho sabe fazer como ninguém. Já lançou três trabalhos autorais – Totonho & Os Cabras, Sabotador de Satélites e Coco Ostentação -, e prepara o novo EP voltado para o seu mais recente show intitulado “Os sambas que Cartola não quis fazer”, ainda nesse primeiro semestre, no Rio de Janeiro.

Recentemente, Totonho se uniu ao também artista Seu Pereira, para promover uma ação ativista: levar música para espaços públicos da grande João Pessoa de forma independente, provocando as mais diversas formas de difusão da música paraibana. O projeto reúne públicos, movimenta a cena com manifestações populares de valorização da música tradicional do Nordeste e motiva novas composições. Essa experiência desencadeou na produção de um dos discos autorais mais esperados pela cena da música independente do Brasil, o Côco Ostentação.

Totonho destaca: “O resultado dessa experiência é a ostentação da liberdade de praticar seus próprios códigos culturais. Porque a tradição é o que segue, não é o que fica trancafiado em normas retrogradas de registros filmados ou fonográficos. Só se preserva a tradição se outras gerações aceitam, participam e interagem, por isso ela deve ser adequada aos olhares do seu tempo”.

CONVIDADOS

FUBA | Natural de João Pessoa, passou sua infância e parte de sua adolescência em Campina Grande, cidade natal de sua família. Residiu também no Rio de Janeiro e em São Paulo. É compositor, músico, produtor cultural, escritor, publicitário e há mais de 30 anos é um militante da cultura. É um dos fundadores do bloco carnavalesco Muriçocas do Miramar e do projeto Folia de Rua. Implantou ainda na Paraíba o Projeto Seis e Meia. Como  compositor, gravou 1 LP e 5 CDs, e outros trabalhos musicais de sua autoria, além de grandes parcerias. Lançou recentemente o álbum Consagração: o enredo do samba quebrado, que faz parte do projeto ‘Azulejo Musical’, com músicas inéditas e canções gravadas por Elba Ramalho, Lenine, Zé Ramalho, Cátia de França, Márcia Freire, Jarbas Mariz, entre outros. Fuba já foi colaborador do Jornal Correio da Paraíba e articulista em sites do Brasil. Como  escritor, publicou vários folhetos de cordel, e é autor dos livros “Pelas ruas de nossas cabeças” e “Parahyba 1930: A verdade omitida”. Esse último livro encontra-se esgotado e serve de debate até os dias atuais. Atualmente é vice-presidente no Conselho Municipal de Políticas Culturais de João Pessoa. E possui um forte vínculo com os temas da cultura, patrimônio histórico, turismo e meio ambiente.

ZÉ NETO | Poeta, violeiro e cantador paraibano, Zé Neto faz parte da leva de jovens compositores do estado. Com um trabalho voltado para a música com linguagem nordestina, traz na sua escrita o sotaque e a força de seu povo. Tem como referências, Mestre Fuba, Chico César, Vital Farias, Totonho entre outros. Compõe desde os quinze anos de idade e guarda uma obra de, aproximadamente, 200 músicas. Já muito novo, despertou olhares de artistas interessados em seu trabalho. Com poemas cristalizados na voz de Lucy Alves, em seu shows e seu DVD Estilhaços (baseado no trabalho de artistas paraibanos), também compôs um dos sucessos da banda Os Gonzagas, a música Passarinho, em parceria com a também artista paraibana Gabriella Grisi. Zé, que também é produtor cultural há doze anos, participa ativamente do movimento litero musical carnavalesco Muriçocas do Miramar, atuando na diretoria deste que é o maior bloco da prévia carnavalesca do mundo. Teve o privilégio de poder conviver, desde muito jovem, com Fuba, uma das maiores referências da música paraibana, que se tornou norte artístico para os passos do mesmo. No ano de 2015, Fuba anunciou Zé Neto como seu sucessor artístico, fato que se concretizou no ano seguinte quando os dois desfilaram no trio de abertura do Bloco Muriçocas do Miramar, historicamente comandado pelo Mestre há 30 anos.

Esse projeto, o ‘Samba de Casarão’, retorna às tardes de sábado numa perspectiva de movimentar a cena artística do Centro Histórico nesse período do dia, se transformando numa opção para o público já assíduo dessa região, na capital paraibana. Totonho realiza as duas primeiras edições dessa temporada, programada sempre a partir das 18h, no Móbile Café.

dos artistas mais geniais da nossa cena musical brasileira, apresenta para seu público a sua mais nova concepção artística: o seu show intitulado “Os sambas que Cartola não quis fazer”, que defende o sotaque dos sambas que brotam dessa terra. Ele é o convidado desta temporada de retorno do projeto ‘Samba de Casarão’, promovido pelo Móbile Café, e realiza neste próximo sábado, a partir das 18h, um verdadeiro espetáculo de sambas genuínos, ao lado ainda dos artistas paraibanos Fuba e Zé Neto, participações especiais desta edição. Os ingressos estarão sendo disponibilizados na bilheteria do local ao preço único de R$ 15 (quinze reais).

Totonho vem ao longo dos últimos três anos, desfilando seu rosário de sambas autorais, e prepara um já esperado CD anunciado há tempos atrás. Trata-se da nova aposta do compositor. Ele entende que desde Jackson do Pandeiro, a Paraíba não apresenta um sotaque próprio no gênero Samba, onde a linguagem passe a fornecer um gem próprio, uma forma de dizer samba, de sentir samba, e avançar na temática. Para ele, compositores locais como Seu Pereira, Escurinho, Chico Limeira, vem avançando numa lógica de não tomar como referência apenas o samba carioca ou baiano, mas integrar o sotaque entrecortado com códigos românticos, ao mesmo tempo, com doses de regionalidade, temperadas com a ousadia que a rica cena autoral do estado tem mostrado, atribuindo ainda a esse trabalho, toda uma vasta experiência na cidade do Rio de Janeiro ao lado de alguns importantes parceiros, como Fino Coletivo, Mestre Ivan Milanes da Serrinha, Marquinhos de Osvaldo Cruz, Didu Nogueira.

Na Banda, o artista recebe uns cabras que costumam frequentar esses conceitos de samba desde a concepção inicial do trabalho, como: Potyzinho Lucena, Luis Umberto, Francisco Neto (Novinho) e Max Serrano. No repertório, o público pode esperar sucessos como “A Rainha do Sistema”, “Tudo Pra Ser Feliz”, “Nhen Nhen Nhen”, “Judiava”, “Vou Festejar” entre outras perolas do gênero.

 

TOTONHO

Totonho, compositor e cantor oriundo do semiárido brasileiro, da região do Cariri paraibano, é um dos artistas mais geniais da nossa cena musical brasileira e vem sendo referência da música alternativa brasileira desde 2001, quando lançado pela Gravadora Trama. Totonho, natural de Monteiro (PB), é dono de um estilo bem paraibano de fazer música, e bebeu da fonte do grupo Jaguaribe Carne, idealizado em João Pessoa pelos irmãos Pedro Osmar e Paulo Ró, e com o passar do tempo, foi-se agregando outros nomes e outros talentos, como Escurinho, Lúcio Lins, Chico César, Jarbas Mariz, Milton Dornellas, e claro, Totonho, de onde herdou uma forma experimental e particular de fazer arte.

Totonho é inspirado pela força da poesia regional, dialoga com o universal, escancarando um som autêntico e provocador, advindo das ruas para o estúdio, do estúdio para os palcos e ouvidos de um público inquieto e ansioso pelo novo, pelo som independente que Totonho sabe fazer como ninguém. Já lançou três trabalhos autorais – Totonho & Os Cabras, Sabotador de Satélites e Coco Ostentação -, e prepara o novo EP voltado para o seu mais recente show intitulado “Os sambas que Cartola não quis fazer”, ainda nesse primeiro semestre, no Rio de Janeiro.

Recentemente, Totonho se uniu ao também artista Seu Pereira, para promover uma ação ativista: levar música para espaços públicos da grande João Pessoa de forma independente, provocando as mais diversas formas de difusão da música paraibana. O projeto reúne públicos, movimenta a cena com manifestações populares de valorização da música tradicional do Nordeste e motiva novas composições. Essa experiência desencadeou na produção de um dos discos autorais mais esperados pela cena da música independente do Brasil, o Côco Ostentação.

Totonho destaca: “O resultado dessa experiência é a ostentação da liberdade de praticar seus próprios códigos culturais. Porque a tradição é o que segue, não é o que fica trancafiado em normas retrogradas de registros filmados ou fonográficos. Só se preserva a tradição se outras gerações aceitam, participam e interagem, por isso ela deve ser adequada aos olhares do seu tempo”.

 

CONVIDADOS

 

FUBA | Natural de João Pessoa, passou sua infância e parte de sua adolescência em Campina Grande, cidade natal de sua família. Residiu também no Rio de Janeiro e em São Paulo. É compositor, músico, produtor cultural, escritor, publicitário e há mais de 30 anos é um militante da cultura. É um dos fundadores do bloco carnavalesco Muriçocas do Miramar e do projeto Folia de Rua. Implantou ainda na Paraíba o Projeto Seis e Meia. Como  compositor, gravou 1 LP e 5 CDs, e outros trabalhos musicais de sua autoria, além de grandes parcerias. Lançou recentemente o álbum Consagração: o enredo do samba quebrado, que faz parte do projeto ‘Azulejo Musical’, com músicas inéditas e canções gravadas por Elba Ramalho, Lenine, Zé Ramalho, Cátia de França, Márcia Freire, Jarbas Mariz, entre outros. Fuba já foi colaborador do Jornal Correio da Paraíba e articulista em sites do Brasil. Como  escritor, publicou vários folhetos de cordel, e é autor dos livros “Pelas ruas de nossas cabeças” e “Parahyba 1930: A verdade omitida”. Esse último livro encontra-se esgotado e serve de debate até os dias atuais. Atualmente é vice-presidente no Conselho Municipal de Políticas Culturais de João Pessoa. E possui um forte vínculo com os temas da cultura, patrimônio histórico, turismo e meio ambiente.

 

ZÉ NETO | Poeta, violeiro e cantador paraibano, Zé Neto faz parte da leva de jovens compositores do estado. Com um trabalho voltado para a música com linguagem nordestina, traz na sua escrita o sotaque e a força de seu povo. Tem como referências, Mestre Fuba, Chico César, Vital Farias, Totonho entre outros. Compõe desde os quinze anos de idade e guarda uma obra de, aproximadamente, 200 músicas. Já muito novo, despertou olhares de artistas interessados em seu trabalho. Com poemas cristalizados na voz de Lucy Alves, em seu shows e seu DVD Estilhaços (baseado no trabalho de artistas paraibanos), também compôs um dos sucessos da banda Os Gonzagas, a música Passarinho, em parceria com a também artista paraibana Gabriella Grisi. Zé, que também é produtor cultural há doze anos, participa ativamente do movimento litero musical carnavalesco Muriçocas do Miramar, atuando na diretoria deste que é o maior bloco da prévia carnavalesca do mundo. Teve o privilégio de poder conviver, desde muito jovem, com Fuba, uma das maiores referências da música paraibana, que se tornou norte artístico para os passos do mesmo. No ano de 2015, Fuba anunciou Zé Neto como seu sucessor artístico, fato que se concretizou no ano seguinte quando os dois desfilaram no trio de abertura do Bloco Muriçocas do Miramar, historicamente comandado pelo Mestre há 30 anos.

Esse projeto, o ‘Samba de Casarão’, retorna às tardes de sábado numa perspectiva de movimentar a cena artística do Centro Histórico nesse período do dia, se transformando numa opção para o público já assíduo dessa região, na capital paraibana. Totonho realiza as duas primeiras edições dessa temporada, programada sempre a partir das 18h, no Móbile Café.

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