Tôrres garante repasse do Estado à FAP, mas lembra que obrigação é da PMCG

Secretário diz que gestão de Ricardo já destinou cerca de R$ 3 milhões à instituição

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O jornalista Luís Tôrres, secretário de Comunicação do Estado, emitiu nota, na tarde desta segunda-feira (15), expondo a versão do Governo sobre a diminuição no repasse de recursos para a Fundação Assistencial da Paraíba (FAP), localizada em Campina Grande. Pela manhã, em entrevista à imprensa campinense, o diretor da instituição, Helder Macedo, reclamou da redução.

Na nota, o secretário ressalta que, mesmo sendo uma obrigação da Prefeitura de Campina Grande, a gestão do governador Ricardo Coutinho já repassou cerca de R$ 3 milhões para o hospital da FAP, e assegurou somente para este ano, um repasse de 594 mil.

“Essa é uma obrigação da prefeitura de Campina Grande, que detém a gestão plena de saúde do município, ficando, por causa disso, com 92,5% dos recursos repassados pelo Ministério da Saúde. Apesar disso, ao longo dos últimos seis anos, o governo Ricardo Coutinho manteve os repasses dentro dos convênios reafirmados ano a ano com a FAP, sustentando a parceria apesar da crise econômica que paralisa os estados, e renovando a ajuda para 2017”, diz a nota.

Leia abaixo a nota na íntegra:

O governo Ricardo Coutinho já repassou diretamente ao hospital da FAP, em Campina Grande, cerca de R$ 3 milhões de 2011 a 2016, superando os repasses feitos em cada um dos dois últimos governos na Paraíba. Basta puxar os números no Sagres do Tribunal de Contas do Estado.

Essa é uma obrigação da prefeitura de Campina Grande, que detém a gestão plena de saúde do município, ficando, por causa disso, com 92,5% dos recursos repassados pelo Ministério da Saúde. Apesar disso, ao longo dos últimos seis anos, o governo Ricardo Coutinho manteve os repasses dentro dos convênios reafirmados ano a ano com a FAP, sustentando a parceria apesar da crise econômica que paralisa os estados, e renovando a ajuda para 2017.

Garantindo, somente para este ano, um repasse de 594 mil, quase o dobro do que a FAP recebeu, por exemplo, em 2010.

Este é um governo que teve a sensibilidade e a ousadia de construir o Hospital de Oncologia em Patos, para ser referência no atendimento de pacientes com câncer no Estado, cujo investimento para custear a manutenção chegará a 65 milhões de reais por ano.

Com todo respeito, neste sentido, a postura da atual direção do hospital da FAP deveria ser de reconhecimento. E não de ingratidão.

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